Pastoril se mantém vivo como Folguedo Natalino
Apresentação resiste na capital e na região sul do estado
"Quem vai ganhar? É o Azul? É o Encarnado?". Essas são frases que estão presentes no Pastoril, folguedo presente nos festejos de Natal e que se mantém vivo em bairros da capital, e no litoral sul do Estado.
Ele é uma fragmentação do Presépio, sem os textos declamados e sem os diálogos. É constituído apenas por jornadas soltas, canções e danças religiosas ou profanas, de épocas e estilos variados.
Como os Presépios, origina-se de autos portugueses antigos, guardando a estrutura dos Noéis de Provença (França).
"Eu sou a mestra do cordão encarnado
Eu sou a contra mestra do cordão azul
E eu sou a Diana e passo dia ao lado
Do cordão azul e do cordão encarnado
Eu sou a borboleta, passeio pelos cordões
Bato asas para a beleza
Das pastoras do meu coração"
O folguedo tem como personagens a mestra, contramestra, diana, as pastorinhas, o pastor e a borboleta. E seus trajes são formados por saias, blusas, faixas, aventais, chapéu de palhinha, nas cores azul e encarnado.
Há um ano, no Benedito Bentes, foi formado um pastoril na paróquia de São Maximiliano Kolbe, que se apresenta em toda a região. Para a noite de natal, elas irão se apresentar na igreja matriz do bairro, resgatando as tradições deste tempo.

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