Lewandowski arquiva investigação contra Bolsonaro por atos no 7 de Setembro
Medida aconteceu após pedido da vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araujo
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski arquivou, nesta sexta-feira (30), um pedido de investigação contra o atual presidente Jair Bolsonaro (PL), pela possível prática de crimes de peculado e prevaricação nos pronunciamentos realizados no 7 de Setembro deste ano em Brasília e no Rio de Janeiro.
A ação aconteceu após pedido da vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araujo. Conforme apontamento do magistrado, o Ministério Público possui a titularidade exclusiva sobre abrir uma ação penal.
Ainda ressaltou que a solicitação da PGR não admite recurso. E, diante da manifestação de Lindôra, é inevitável o acolhimento do arquivamento, sem dar prejuízo para futuras investigações caso surjam novas provas.
A notícia-crime foi feita pelo deputado federal Professor Israel Batista (PSB-DF). Segundo o parlamentar, Bolsonaro teria usado a máquina estatal nos comícios para pedir votos na última eleição e atacar o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seu adversário na ocasião.
O chefe do Executivo também teria dito que, caso reeleito, levaria para “dentro das quatro linhas da Constituição” todos os que estivessem fora delas.
Últimas notícias
Polícia prende receptador com 88 sacos de ração desviados de agropecuária em Maceió
Conta de luz fica mais cara em Alagoas; reajuste médio será de 5,43%
INSS vai barrar pedido repetido de aposentadorias, pensões e auxílios
Acusado de tentar matar tio por negar cerveja é preso pela Polícia Civil em Maceió
Polícia Militar intensifica policiamento ostensivo na Grande Maceió
Foi picado por escorpião? Saiba qual unidade de saúde procurar em Alagoas
Vídeos e noticias mais lidas
Publicado edital para o concurso do Detran; veja cargos e salários
Ciclista morre após ser atingida por carro e ser atropelada por caminhão em Arapiraca
Jovem morre após complicações de dengue hemorrágica em Arapiraca
Estudantes se formam na Uninassau Arapiraca e descobrem que curso não é reconhecido
