Sem aviso em tempo hábil, Ministério Público recomenda lançamento de campanha no clássico entre CSA e CRB
A falta de comunicação prévia impossibilita a disponibilização de efetivo feminino suficiente para as vistorias na hora do acesso ao ''clássico das multidões'' pela Copa do Nordeste
O Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL) por meio das 37ª e 41ª Promotorias de Justiça da Capital (do Torcedor), verificando a programação da campanha “Lugar de Mulher é no Rei Pelé” agendada para acontecer, no próximo dia 4 de março, durante clássico entre o Clube de Regatas Brasil (CRB) e Centro Sportivo Alagoano (CSA) sem divulgação em tempo hábil para o Comando de Policiamento da Capital (CPC) e primando pela segurança de todos os torcedores resolve recomendar ao presidente da Federação Alagoana de Futebol (FAF), à Secretaria do Esporte, Lazer e Juventude (SELAJ) e ao Presidente do Centro Sportivo Alagoano (CSA), clube mandante, que suspendam, em caráter urgente, o evento. A falta de comunicação prévia impossibilita a disponibilização de efetivo feminino suficiente para as vistorias na hora do acesso ao “clássico das multidões” pela Copa do Nordeste.
Para evita quaisquer tipos de interpretações errôneas, os promotores de Justiça ressaltam que “em nenhum momento o Ministério Público é contra a campanha, no entanto é preciso agir com responsabilidade para evitar possíveis transtornos que podem ser causados pela falta de comunicação”. Com esse entendimento e recebendo a informação do Comando de Policiamento da Capital (CPC) de que o planejamento para a distribuição do efetivo e sua operacionalidade para o referido jogo já haviam sido definidos, sem a mínima condição de refazimento, torna-se inviável a manutenção do lançamento da campanha, da qual as autoridades ministeriais e policiais tomaram conhecimento por meio de postagem datada de 02/03/2023, no site da Selaj.
A preocupação maior em relação ao evento planejado para acontecer durante o jogo é que o acesso do público feminino seria gratuito, sem que se possa calcular o quantitativo que será atraído pela oferta. O CPC, demonstrando extrema preocupação, informou ao Ministério Público que havia preparado uma operacionalidade padrão para eventos em praças desportivas, dentro da perspectiva de público para um clássico.
A Polícia Militar, conforme ofício enviado aos promotores de Justiça Sandra Malta Prata Lima e Bruno Baptista, solicitou providências, visto ter sido surpreendida com a programação de um evento tomando conhecimento de forma extraoficial quando deveria ser avisada pela diretoria do clube mandante.
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