No Dia da Hemofilia, associação alerta para que pacientes não deixem tratamento
Mais de 13 mil pessoas vivem com a doença no país
Mais de 13 mil pessoas vivem com hemofilia, doença hemorrágica e sem cura, no país. No entanto, há tratamento e, neste dia 17, Dia Mundial da Hemofilia, a Associação de Hemofílicos de Alagoas (AHAL) alerta para a importância de não deixá-lo.
A doença é caracterizada pela deficiência da atividade coagulante do Fator VIII (Hemofilia A) ou do Fator IX (Hemofilia B). Na forma grave da doença, o paciente pode ter sangramentos espontâneos dentro das articulações e músculos.
Em entrevista ao 7Segundos, o vice-presidente da AHAL, Guilherme Rodrigues, afirmou que 279 pacientes estão com seus cadastros ativos na associação e usufruem dos serviços.
“O número de pessoas com Hemofilia é maior. Muitos passam muito tempo sem aparecer, sem se recadastrar. Todo o aparato que recebemos é relacionado aos pacientes que estão ativos. Nós ficamos no pé para que não deixem o tratamento”.
Criada há 39 anos, a associação fornece, através da casa de apoito, alimentação, moradia e transporte para pacientes que vêm do interior para realizar a profilaxia na capital.
Além disso, na clínica, que funciona pelo Sistema Único de Saúde (SUS), pacientes com hemofilia ou não podem contar com atendimentos médicos, de fisioterapia, fonoaudiologia e outros.
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