Cabo Bebeto sai em defesa de Maceió e defende o acordo com a Braskem
O Governo de Alagoas entrou com pedido para que o TCU suspenda o acordo por ser excludente
O deputado estadual Cabo Bebeto (PL) saiu em defesa da Prefeitura de Maceió e do acordo firmado entre o Executivo Municipal e a Braskem no valor indenizatório de R$1,7 bilhão. “O governo de Alagoas é o único, em toda a história do Brasil, que é contra um município ser indenizado por crime ambiental”, disse Bebeto.
Nesta quarta-feira (27), o governador Paulo Dantas pediu para o Tribunal de Contas da União (TCU) suspender o acordo de R$1,7 bilhão entre a Prefeitura de Maceió e a Braskem. Paulo Dantas alertou que o acordo é excludente e que o estado de Alagoas também sofreu com o afundamento do solo.
“O governo de Alagoas é o único, em toda a história do Brasil, que é contra um município ser indenizado por crime ambiental”, disse Cabo Bebeto. “Maceió fechou um acordo de R$1,7 bilhão para obras e amparo às vítimas da Braskem, mas o Executivo Estadual quer impedir que Maceió receba esse direito”, completou.
Juntamente com o governo de Alagoas, o Senado Federal contestou a venda da Braskem e pede ao TCU para que a venda só ocorra após o pagamento das indenizações.
Últimas notícias
Caio Bebeto diz que saúde é a pior pasta do Estado e afirma que setor 'vive na UTI'
Mulher é presa com drogas escondidas nas roupas íntimas no bairro Benedito Bentes
Jovem foi confundido com membro de facção e assassinado em Maceió, diz testemunha
Jovem trans desaparecida é encontrada morta em área de mata em Coqueiro Seco
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
