Movimento de vítimas atingidas pela Braskem questiona laudo da UFAL
Em nota à imprensa, o movimento contestou os dados e a autenticidade da pesquisa
O Movimento Unificado das Vítimas da Braskem (MUVB) divulgou uma nota questionando o laudo sobre o padrão da água da Lagoa Mundaú, depois do colapso da mina 18. O laudo foi feito pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e o Instituto do Meio Ambiente (IMA).
Na nota, o movimentou contestou os dados apresentados de que não foi causado um impacto significativo na Lagoa e ao ecossistema, além de contestar a autenticidade da pesquisa, que segundo eles é bancada pela própria Braskem, em uma parceria entre a Universidade e a mineradora.
Segundo o movimento, eles questionam como o sal que veio a superfície não alterou a salinidade da lagoa e que pode impactar a vida de diversos animais e de plantas da região. Também reforçaram que a transparência da água foi modificada e seria mais um indicador que houve sim um impacto.
Por fim, o grupo pede que a Braskem não seja a única fonte de informação de todos os dados sobre a lagoa e o afundamento do solo.
Últimas notícias
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Pela quarta vez, Deputado Fabio Costa assume vaga titular na Comissão de Segurança da Câmara
Novo tomógrafo do Hospital de Emergência do Agreste agiliza diagnóstico de traumas e AVC
Atalaia transforma a Busca Ativa Escolar em protocolo de proteção e cuidado com crianças e adolescentes
PF apreende 152 frascos de tizerpartida proibida pela Anvisa e prende suspeito por contrabando
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
