Movimento de vítimas atingidas pela Braskem questiona laudo da UFAL
Em nota à imprensa, o movimento contestou os dados e a autenticidade da pesquisa
O Movimento Unificado das Vítimas da Braskem (MUVB) divulgou uma nota questionando o laudo sobre o padrão da água da Lagoa Mundaú, depois do colapso da mina 18. O laudo foi feito pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e o Instituto do Meio Ambiente (IMA).
Na nota, o movimentou contestou os dados apresentados de que não foi causado um impacto significativo na Lagoa e ao ecossistema, além de contestar a autenticidade da pesquisa, que segundo eles é bancada pela própria Braskem, em uma parceria entre a Universidade e a mineradora.
Segundo o movimento, eles questionam como o sal que veio a superfície não alterou a salinidade da lagoa e que pode impactar a vida de diversos animais e de plantas da região. Também reforçaram que a transparência da água foi modificada e seria mais um indicador que houve sim um impacto.
Por fim, o grupo pede que a Braskem não seja a única fonte de informação de todos os dados sobre a lagoa e o afundamento do solo.
Últimas notícias
Homem é morto a tiros ao lado de ginásio esportivo em Palmeira dos Índios
Homem é baleado no Cruzeiro do Sul e transferido em estado grave para o HGE
Mulher é presa após agredir ex-companheira e cunhada no bairro Santa Lúcia, em Maceió
‘Não me valorizaram’, diz Kelmann Vieira ao anunciar novo afastamento da política
Dupla é conduzida à delegacia após apreensão de arma e maconha em Arapiraca
Discussão por prato e leite condensado termina em agressão e mulher é presa em flagrante em Taquarana
Vídeos e noticias mais lidas
Jovem é expulso após ser flagrado se masturbando dentro de academia de Arapiraca
Após demissão de Moro, Bolsonaro fará declaração às 17h
Banco do Brasil lança plataforma digital para venda de imóveis
Mototaxista é assassinado a tiros em São Luís do Quitunde
