Governo busca recursos adicionais para negociar greve, diz Camilo Santana
Ministro da Educação afirma no Senado que o MEC dialoga com professores em busca de uma proposta para acabar com a paralisação
O ministro da Educação, Camilo Santana, disse nesta 3ª feira (16) que o governo federal busca recursos adicionais para negociar o fim da greve dos funcionários técnico-administrativos e professores de universidades e institutos federais. Como mostrou o Poder360, a paralisação das atividades engloba 21 instituições.
“O governo já sinalizou com recursos adicionais para que a gente possa negociar com os servidores técnicos e servidores, a questão, não só do plano [de cargos e salários], mas também do reajuste salarial para essa categoria”, afirmou o ministro na Comissão de Educação do Senado.
Segundo o ministro, o Orçamento do MEC (Ministério da Educação) “não comporta nenhuma mudança mais de qualquer incremento, seja em pessoal ou para servidor”.
“Então, será uma complementação orçamentária pelo espaço que o arcabouço fiscal já tem”, afirmou.
Camilo criticou as greves, porque segundo ele, o governo não fechou o diálogo com as categorias. “Greve para mim é quando não há mais diálogo, quando acabou negociação e qualquer possibilidade de negociação”, afirmou.
O ministro disse ainda que quem perde com a paralisação é o Brasil e os alunos.
Na comissão, o ministro da Educação defendeu que o projeto do Novo Ensino Médio “possa ser aprovado o mais rápido possível” pelo Senado.
A relatora da proposta, Professora Dorinha (União Brasil-TO), disse que o texto vai sofrer alterações e precisar voltar à Câmara, mas que deve ser apreciado em breve pelos senadores.
O chefe da Educação também comentou sobre o erro na divulgação dos resultados do Sisu (Sistema de Seleção Unificada).
“O problema foi um erro na hora de divulgar. Claro, abrimos uma investigação interna, vamos investigar. O erro foi que o sistema divulgou os resultados antes da hora de divulgar. Então a minha decisão como ministro foi 1º afastar pessoas responsáveis por isso. Abrimos a investigação para identificar os motivos”, afirmou.
Em relação às obras paradas na área da educação, Camilo disse que a demora se dá por causa da burocracia. “Vai ter mudança em decreto presencial, em portaria, para tentar desburocratizar”, declarou.
Últimas notícias
“Duas pessoas salvaram minha filha”, relata mãe após tentativa de sequestro em Craíbas
[Vídeo] Imagens mostram instante em que veículo invade loja na parte baixa de Maceió
Carro desgovernado invade e destrói parte de loja no bairro Mangabeiras
Homem morre após ser baleado em via pública da cidade de São Sebastião
Artista lucra recolhendo e vendendo lixo do casamento da cantora Taylor Swift
Flávia Alessandra revela que engravidou da filha na cama dos pais
Vídeos e noticias mais lidas
Lojas Mix Mateus em Alagoas passarão a operar com a bandeira Novo Atacarejo
Governo de Alagoas entrega restauração da rodovia AL-105 em julho
Nova lei reorganiza efetivo da PM de Alagoas; entenda o que muda
Duas lojas anunciam encerramento das atividades no Centro de Arapiraca
