Polícia Civil indicia hotel e funcionários por crime ambiental
Anteriormente, o hotel foi multado pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA) e teve a estação de tratamento de esgoto interditada.
A Polícia Civil, por meio do delegado Robervaldo Davino, titular da Delegacia de Crimes Ambientais e Proteção Animal, concluiu e enviou à Justiça, o inquérito policial que apurou o lançamento feito por um hotel de dejetos (esgoto não tratado) no Rio Meirim, no bairro de Ipioca, litoral Norte de Maceió.
O hotel, o gerente de operações e o coordenador ambiental do estabelecimento foram indiciados por crime ambiental (Artigo 54, parágrafo 2º, Inciso V da Lei n° 9.605/1998).
Anteriormente, o hotel foi multado pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA) e teve a estação de tratamento de esgoto interditada.
O delegado explicou que o estabelecimento hoteleiro foi indiciado como pessoa jurídica, enquanto o gerente e o coordenador ambiental são acusados por haverem negligenciado na manutenção da estação de tratamento, o que ocasionou o despejo do esgoto nas águas do rio.
Inicialmente, as irregularidades circularam nas redes sociais, com a informação de que o lançamento do esgoto no rio já ocorria há algum tempo, provocando forte mau cheiro.
Caberá, agora, ao Ministério Público Estadual oferecer denúncia contra os envolvidos no caso.
Últimas notícias
Violência no Agreste: MPAL desbanca álibi e pede prisão de mulher suspeita de matar esposo
Flávio Bolsonaro assina pedido de impeachment de Toffoli
“Maceió Abraça o Mundo”: Estudantes da rede municipal relatam emoção e expectativa rumo a Londres
Mulher morre e outras três pessoas ficam feridas após caminhonete capotar na AL-220
Armas de fogo e drogas são apreendidas em abordagens no interior de Alagoas
Dois homens morrem após perseguição e confronto com a Polícia
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
Indústria brasileira do setor alimentício terá fábrica em Rio Largo
