Sesau reforça importância de pais levarem crianças para tomar a vacina BCG
A imunização protege contra as formas graves da tuberculose, conforme o Ministério da Saúde
Todas as crianças menores de cinco anos devem receber a vacina BCG, essencial para prevenir as formas graves da tuberculose, como a meníngea e a miliar. A recomendação é da Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas (Sesau), responsável pelo programa de imunização no estado. A secretaria explica que o imunizante deve ser aplicado preferencialmente ao nascer, mas, caso isso não ocorra, a vacinação pode ser feita até os 4 anos, 11 meses e 29 dias.
A aplicação da vacina deve ocorrer o mais cedo possível para prevenir as formas graves da doença, como a miliar, que se espalha por diversos órgãos e pode causar meningite, sequelas neurológicas permanentes ou até a morte.
De acordo com a enfermeira do Programa Nacional de Imunização em Alagoas (PNI/AL), Everly Menezes, a vacina contra a BCG também é indicada para pessoas que convivem diretamente com pacientes diagnosticados com hanseníase e que não apresentam sinais da doença. “Mesmo não sendo específica para proteger contra a hanseníase, o Ministério da Saúde recomenda-a para os contatos domiciliares de pacientes com hanseníase, pois estudos demonstram que ela reduz a morbidade e a gravidade da doença, caso ela se manifeste”, acrescenta.
Cicatriz
A vacina BCG geralmente deixa uma cicatriz de até 1 cm de diâmetro no braço direito. A reação inclui uma mancha vermelha, que evolui para uma pequena ferida e que depois cicatriza. As crianças devem ser vacinadas nas unidades básicas de Saúde municipais mais próximas das residências.
Em 2024, Alagoas atingiu uma cobertura vacinal de 102,9% para a BCG, superando a meta mínima estabelecida pelo Ministério da Saúde (MS), que é de 90%. O número de vacinação pode ser maior que 100% porque o cálculo é feito com base na população registrada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em 2024, Alagoas notificou 1.120 casos novos de tuberculose, com uma taxa de incidência de 35,8 casos por 100 mil habitantes. No primeiro semestre do ano passado foram computados 613 casos da doença no Estado, contra 421 casos no mesmo período deste ano.
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