Alfredo Gaspar comenta sanção dos EUA a Moraes e alerta para risco do tarifaço
Para o parlamentar, essa é a primeira vez que uma medida internacional atinge diretamente quem vem descumprindo a Constituição brasileira
O deputado federal Alfredo Gaspar se manifestou nesta quarta-feira (30) sobre a decisão do governo dos Estados Unidos de sancionar o ministro Alexandre de Moraes com base na Lei Global Magnitsky, por indícios de violações de direitos humanos. Para o parlamentar, essa é a primeira vez que uma medida internacional atinge diretamente quem vem descumprindo a Constituição brasileira.
“Alexandre de Moraes acaba de ser retaliado pelo governo norte-americano. Qualquer sanção deve ser direcionada àqueles que, de forma clara e conhecida, envergonham o Brasil perante o mundo. Esses sim, que agem como donos absolutos da verdade e da lei, merecem responder com o rigor da Justiça”, declarou.
Em suas redes sociais, Alfredo Gaspar afirmou que, no caso de Alexandre de. Moraes, o governo Trump acerta, mas demonstrou preocupação com o anúncio de um possível tarifaço sobre produtos brasileiros, o que pode prejudicar diretamente o povo e a economia nacional. “Nós, brasileiros, infelizmente, estamos sendo vítimas de uma ditadura da toga. Não é justo aplicar tarifas contra o povo brasileiro. O setor agropecuário e a indústria podem ser duramente atingidos por essas medidas, gerando prejuízos a milhões de famílias. Os que geram empregos e os trabalhadores não merecem ser penalizados. Sempre sobra para o trabalhador, que sente no bolso, corre o risco de perder o sustento e ver faltar comida no prato da família”, afirmou.
Para o deputado alagoano, as sanções devem recair sobre quem abusa da autoridade para prejudicar a nação, e não sobre quem trabalha honestamente para sustentá-la. “O povo brasileiro, trabalhador, honesto e já tão castigado por uma carga tributária injusta, não pode ser alvo de retaliações internacionais”.
A decisão do governo norte-americano ocorre num contexto de crescentes críticas internacionais à atuação de autoridades brasileiras que, sob o argumento de combater a desinformação, vêm sendo acusadas de censura, perseguição política e abuso de poder.
“Nós precisamos dizer ao mundo: o Brasil não está vivendo uma democracia. Reconheço a anormalidade institucional que atravessamos. A corrupção avança nos poderes; o crime organizado se fortalece; uma ideologia de viés esquerdista empurra o país para os braços de ditaduras; e temos um presidente condenado em três instâncias, sem um projeto de nação, comandando o país. A impunidade tomou de assalto a esperança do povo, enquanto o STF parece atuar em aliança com Lula para sufocar os opositores. Vivemos, enfim, um cenário de abusos e violações da Constituição”, concluiu.
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