Mais de 10 mil candidatos se inscrevem no Concurso Nacional Unificado em Alagoas; maioria são mulheres
Os homens somam 4.302 inscrições, enquanto três pessoas não informaram o gênero
Alagoas registrou 10.511 inscrições confirmadas na segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2), conforme dados divulgados pelo Governo Federal. Do total de inscritos no estado, 59% são mulheres, o que representa 6.206 candidatas. Os homens somam 4.302 inscrições, enquanto três pessoas não informaram o gênero.
Em nível nacional, o CPNU 2 já contabiliza 761.528 inscritos, com participação feminina ainda mais expressiva: 60% das candidaturas. O concurso reúne participantes de 4.951 municípios em todos os estados e oferece 3.652 vagas em 32 órgãos e entidades do serviço público federal. Do total, 3.144 vagas são destinadas a cargos de nível superior e 508 a cargos de nível intermediário.
Em Alagoas, o bloco temático que recebeu maior número de inscrições foi o de Regulação, com 2.572 candidatos. Em seguida, aparecem os blocos de Administração (2.487), Seguridade Social (2.162), Cultura e Educação (927), Justiça e Defesa (673), Engenharia e Arquitetura (585), Saúde - nível intermediário (383), Desenvolvimento Socioeconômico (374) e Ciências, Dados e Tecnologia (348).
O Sudeste lidera entre as regiões brasileiras com maior número de inscritos (247.838), seguido pelo Nordeste (229.436), Centro-Oeste (150.870), Norte (84.651) e Sul (48.733). No panorama nacional, o bloco mais procurado também foi o de Regulação, com 177.598 inscritos, seguido pelos blocos de Administração (173.829) e Seguridade Social (127.970).
Esta edição do CPNU traz ações afirmativas voltadas à equidade de gênero. O edital prevê que, caso haja desequilíbrio na proporção de mulheres classificadas na primeira fase, ao menos 50% das vagas da segunda etapa – composta por provas discursivas – serão destinadas a candidatas aptas. O concurso também garante condições especiais para gestantes e lactantes, e reserva 25% das vagas para pessoas negras, 5% para pessoas com deficiência, 3% para indígenas e 2% para pessoas quilombolas.
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