Vigilância interdita máquina que vendia lanches vencidos em faculdade de Maceió
Aparelho também estava sem manutenção
Em mais uma ação de fiscalização, a Vigilância Sanitária de Maceió (Visa), interditou uma máquina de vendas automática de lanches, instalada em uma instituição de ensino superior da capital. O equipamento, que funciona de forma automatizada, sem a presença de atendente, estava liberando produtos com prazo de validade expirado, gerando risco à saúde do consumidor.
Com função automática, o equipamento libera o produto e o pagamento é realizado por moedas, cédulas, cartão ou aplicativo. A equipe da Visa Maceió identificou na inspeção que os prazos de validade estavam vencidos e sem manutenção no aparelho, logo, estavam sendo comercializados de forma irregular no local.
Essa irregularidade sanitária pode causar risco ao público consumidor. O responsável pelo equipamento foi autuado e responderá a processo administrativo, cuja penalidade pode incluir multa de R$180 a R$38 mil, em caso de reincidência. A interdição foi feita na última terça-feira(21).
Airton Santos, chefe especial da Visa Maceió reforçou o compromisso do órgão. “A Visa Maceió reforça seu compromisso com a proteção da saúde pública e a fiscalização permanente de estabelecimentos e equipamentos que comercializam alimentos e bebidas na capital”, destacou.
Últimas notícias
Primeiro bebê de 2026 em Alagoas nasce no Hospital da Mulher, em Maceió
Gusttavo Lima faz pocket show surpresa em resort na Barra de São Miguel e encanta hóspedes
Homem morre afogado no Pontal de Coruripe, Litoral Sul de Alagoas
Bell Marques puxa bloco em Maceió e celebra energia do público no primeiro dia do ano
Lula sanciona diretrizes do Orçamento com veto sobre Fundo Partidário
Franco da Rocha, Ponta Porã e João Pessoa têm ganhadores da Mega da Virada
Vídeos e noticias mais lidas
Policial Militar é preso após invadir motel e executar enfermeiro em Arapiraca
Alagoas registrou aumento no número de homicídios, aponta Governo Federal
Saiba o que a esposa do PM suspeito de matar enfermeiro disse em depoimento à polícia
Estado de Alagoas deve pagar R$ 8,6 milhões a motoristas de transporte escolar
