Prisão de ex-presidente do INSS após delação de empresário confirma dimensão do escândalo, diz Fabio Costa
Operação da PF cumpriu 70 mandados; parlamentar afirma que esquema feriu diretamente aposentados e beneficiários
A prisão do ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, cumprida pela Polícia Federal após delação premiada de um dos operadores do esquema, reforçou a gravidade da fraude bilionária que atingiu aposentados e beneficiários em todo o país. O Deputado Federal Delegado Fabio Costa afirmou que o avanço das investigações “expõe a profundidade do esquema e revela como a estrutura criminosa se ramificou dentro da autarquia”.
A operação deflagrada para desarticular o grupo cumpriu mais de 70 mandados judiciais — sendo 10 deles de prisão, e os demais de busca e apreensão — e detalhou uma rede que atuava para inserir cobranças indevidas, criar entidades de fachada e manipular sistemas públicos para descontar valores de quem jamais autorizou qualquer serviço. Segundo as investigações, a delação revelou como o núcleo do comando operava e ajudou a apontar responsabilidades dentro e fora da autarquia.
Fabio Costa afirmou que a prisão do ex-presidente vem confirmar aquilo que a CPMI do INSS já vinha levantando: a fraude não foi um episódio isolado, mas um esquema estruturado para lucrar sobre pessoas vulneráveis. “A delação deixa claro que não estamos diante de erros administrativos. Estamos diante de uma organização construída para tirar dinheiro de aposentados e beneficiários. A prisão era necessária e mostra que a verdade está vindo à tona”, disse.
O deputado ressaltou que continuará acompanhando cada etapa das investigações e defendeu punição proporcional ao dano causado. Para ele, a operação da PF representa um ponto de virada. “O país exige respostas firmes. Quem comandou, permitiu ou se beneficiou desse sistema criminoso precisa responder. A justiça começa a alcançar quem achava que jamais seria responsabilizado”, concluiu.
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