Professora pode ser demitida por inassiduidade e conduta escandalosa, aponta PGE
Órgão identificou falhas formais no relatório, mas confirmou que há base jurídica para aplicar a penalidade máxima à servidora
A Procuradoria-Geral do Estado (PGE) determinou nesta quarta-feira (3), ajustes finais no processo disciplinar que pode resultar na demissão de uma professora da rede estadual acusada de inassiduidade habitual, improbidade administrativa e conduta escandalosa no ambiente de trabalho.
De acordo com o despacho publicado no Diário Oficial, a Comissão Processante já corrigiu inconsistências técnicas, mas ainda precisa aprimorar a descrição dos fatos, especificando como cada conduta da professora se enquadra nos artigos usados como fundamento legal.
Apesar da cobrança, a PGE afirma que a demissão está devidamente respaldada nos autos e que as irregularidades apontadas não comprometem a materialidade das acusações. O parecer reforça que os atos atribuídos à servidora devem ser apresentados de forma clara, individualizada e vinculados aos dispositivos legais aplicados, garantindo segurança jurídica ao processo.
Após a análise, o procedimento foi devolvido à Secretaria de Educação (Seduc), que agora deve providenciar as etapas finais. O nome da professora aparece nos documentos internos, mas o órgão ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso.
A redação do Portal 7Segundos entrou em contato com a Seduc para entender melhor sobre o caso, mas a secretaria informou que não pode comentar sobre o assunto, pelo fato do processo ser de ordem restrita.
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