Suspeito de matar alagoano José Walleffe morre em confronto com a Polícia Civil do Mato Grosso
A ação policial ocorreu durante o cumprimento de 11 mandados de prisão autorizados pela Justiça
O homem apontado como suspeito de sequestrar, torturar e matar o alagoano José Walleffe dos Santos Lins, de 28 anos, morreu durante um confronto com a Polícia Civil do Mato Grosso, na manhã desta sexta-feira (5), em Várzea Grande. Bruno César Amorim Santos era investigado não apenas pelo homicídio do jovem natural de Maceió, mas também pela morte de outra vítima, Edinaldo Honorato Lopes, de 36 anos, registrada em Cuiabá.
A ação policial ocorreu durante o cumprimento de 11 mandados de prisão autorizados pela Justiça. De acordo com as investigações, José Walleffe foi sequestrado em agosto deste ano junto com a companheira, Ariane da Silva Cerqueira, de 27 anos, e o filho do casal, de apenas 1 ano. Eles estavam morando há pouco tempo em Mato Grosso quando desapareceram.

Após 11 dias sem notícias, o corpo de José foi localizado no dia 20 de agosto, enterrado no Bairro Residencial Isabel Campos, em Várzea Grande. Segundo a Polícia Civil, a vítima apresentava sinais de violência e lesões compatíveis com faca ou objeto cortante. As investigações apontaram que o crime teria sido motivado por disputa entre facções criminosas, com a participação de diversos integrantes do grupo.
Ainda no período do desaparecimento, Ariane e o bebê foram encontrados com vida. Eles foram encaminhados para atendimento na capital: a criança estava fisicamente bem, enquanto a mãe apresentava hematomas e uma fratura no braço direito, necessitando de cirurgia. Os três são naturais de Maceió (AL).
Além do caso envolvendo a família alagoana, a operação desta sexta também cumpriu dois mandados de prisão temporária contra um casal investigado pelo homicídio de Edinaldo Honorato Lopes, de 36 anos, ocorrido no Bairro Três Barras, em Cuiabá. Conforme a Polícia Civil, a morte teria ligação com ciúmes e desavença pessoal, após Edinaldo manter contato frequente com a mulher apontada como investigada. Testemunhas relataram ligações insistentes e ameaças nos dias que antecederam o crime.
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