Quem é o médico preso suspeito de estuprar pacientes em atendimentos
Três vítimas do médico foram identificadas, segundo a Polícia Civil. Caso ocorreu em Seabra, na Bahia
O médico clínico geral de 29 anos preso na manhã desta terça-feira (3/2), em Seabra, na Bahia, foi identificado como Gustavo Lopes de Oliveira. O profissional é investigado pelos crimes de estupro, violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável. Entre as vítimas estão pacientes e uma ex-assistente, segundo informações da Polícia Civil.
Gustavo Lopes de Oliveira possui graduação pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), tendo se formado em 2021. Ele possui como áreas de atuação diagnóstico por imagem e ultrassonografia geral, segundo informações disponíveis no site do Conselho Federal de Medicina (CFM). Ele possui registro ativo para atuar como médico, com inscrição na Bahia.
O Conselho Regional de Medicina da Bahia (Cremeb) disse, em nota, que tomou conhecimento do caso através de notícia da imprensa e que os fatos serão apurados pela Corregedoria da entidade, por meio de sindicância. A autarquia afirma ainda que processos éticos tramitam sob sigilo e que eventuais punições, após o trânsito em julgado, serão divulgadas pelo Conselho.
O Cremeb orienta também que vítimas protocolem denúncias por meio do site oficial do Cremeb, ou presencialmente, na sede do Conselho, em Salvador, bem como em qualquer uma das dez delegacias regionais da entidade distribuídas pelo estado.
Investigações
Gustavo Lopes de Oliveira possui atuação na região da Chapada Diamantina e foi preso durante a Operação Praesidium, da Polícia Civil. De acordo com as investigações, três vítimas já foram identificadas: duas mulheres, de 19 e 24 anos, além de uma adolescente de 14 anos. Parte dos relatos aponta que o suspeito teria se aproveitado do cargo para submeter uma ex-assistente a violência psicológica e sexual.
Outras denúncias indicam que pacientes teriam sido vítimas durante consultas e exames realizados em clínicas particulares e unidades de saúde públicas onde o médico atuava. As apurações também atribuem ao investigado comportamentos inadequados, incluindo comentários de cunho sexual e atos libidinosos durante os atendimentos.
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