Rafael Brito repudia falta de responsabilidade da Educação de Maceió com crianças autistas
Para Rafael Brito, a situação expõe a falta de prioridade da atual gestão com áreas essenciais como educação e inclusão
O deputado federal por Alagoas, Rafael Brito (MDB), teceu duras críticas à gestão do município de Maceió após o desabafo desesperado de uma mãe atípica cobrando atendimento adequado para o filho com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na rede municipal de educação.
Renata Ramos utilizou suas redes sociais para publicar um vídeo em que cobra a contratação de Profissional de Apoio Escolar (PAE), condição indispensável para que seu filho possa frequentar a escola e ter o direito à educação garantido por lei. O relato comoveu a população e ganhou ampla repercussão nas redes sociais.
Para Rafael Brito, a situação expõe a falta de prioridade da atual gestão com áreas essenciais como educação e inclusão.
“É desumano ver tanto dinheiro público sendo torrado em coisas que não funcionam e, ao mesmo tempo, ver mães suplicarem pelo direito de seus filhos estudarem. Esse descaso deve ser investigado pelo Ministério Público de Alagoas e pelo Ministério Público Federal! Não dá mais para fingir que está tudo bem quando claramente NÃO ESTÁ!”, cobrou o deputado alagoano.
No vídeo que viralizou, a mãe também questiona os altos gastos com festas e eventos promovidos pela Prefeitura, enquanto serviços básicos como educação e saúde enfrentam deficiências estruturais. A ausência de profissionais de apoio compromete não apenas o desenvolvimento das crianças com TEA, mas também o cumprimento da legislação que assegura educação inclusiva e digna.
Rafael Brito reforçou que educação não pode ser tratada como despesa secundária e que é dever do poder público garantir estrutura adequada, profissionais capacitados e respeito às famílias que lutam diariamente pelos direitos de seus filhos.
A nota de repúdio cobra providências imediatas da gestão municipal e a devida apuração dos fatos pelos órgãos de controle, para que situações como essa não continuem penalizando crianças e mães maceioenses.
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