Polícia investiga suposta venda de atestados na UPA do Trapiche, em Maceió
Documentos estariam sendo comercializados a R$40
A direção da Unidade de Pronto Atendimento do Trapiche denunciou um esquema criminoso de comercialização de atestados médicos falsificados que estaria sendo praticado por meio de grupos de WhatsApp, em Maceió. Segundo a unidade, os documentos eram vendidos por R$ 40, com pagamentos realizados via Pix.
De acordo com as informações divulgadas, os atestados utilizavam de forma irregular o nome de uma médica prestadora de serviço da unidade, além do endereço da UPA e do número de registro profissional da médica no Conselho Regional de Medicina (CRM), numa tentativa de conferir aparência de autenticidade aos documentos falsos.
Após identificar a fraude, a direção da unidade registrou um boletim de ocorrência para formalizar a denúncia e dar início às investigações.
O delegado Sidney Tenório informou que o material relacionado ao caso já foi recebido pelas autoridades e será encaminhado ao distrito policial responsável pela apuração.
A polícia também alertou para as consequências legais envolvendo a prática. Segundo o delegado, tanto quem vende quanto quem adquire ou utiliza documentos falsificados pode responder criminalmente. O uso de documento falso pode resultar em pena de até três anos de reclusão, além de possíveis sanções trabalhistas, incluindo demissão por justa causa.
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