Renato Filho celebra investimento de R$ 1,5 bilhão em gás em Alagoas
Projeto incluído no Novo PAC prevê ampliar em cerca de 7 milhões de m³ por dia a capacidade de transporte de gás entre Alagoas e Ceará
Um investimento privado estimado em R$ 1,5 bilhão para ampliar a capacidade de transporte de gás entre Alagoas e Ceará foi incluído no Novo PAC. Para Renato Filho (MDB), candidato a deputado federal, o movimento abre espaço para uma nova fase de industrialização em Alagoas e começa a dar forma a uma estratégia que ele já vinha defendendo para o estado.
Segundo reportagem de O Estado de S. Paulo, a expansão ficará sob responsabilidade da Transportadora Associada de Gás (TAG), empresa que atua no transporte de gás natural. O projeto deverá acrescentar cerca de 7 milhões de metros cúbicos por dia à capacidade da malha, principalmente para atender novas termelétricas contratadas para o Nordeste. A conclusão está prevista para outubro de 2028, com investimento privado e sem utilização de recursos do Orçamento da União.
“Os fatos começam a apontar para uma direção que eu venho defendendo há algum tempo. Alagoas precisa olhar para o gás como uma oportunidade de desenvolvimento e usar essa infraestrutura para atrair empresas e gerar emprego”, afirma Renato Filho.
A leitura do candidato é que Alagoas começa a reunir ativos importantes no setor de gás, como produção, ampliação da capacidade de transporte, novos projetos de geração de energia e armazenamento subterrâneo. Para Renato, o próximo passo é transformar essa infraestrutura em vantagem competitiva para atrair indústrias.
Entre as propostas que ele já apresentou estão o uso de dutos virtuais, capazes de levar gás a regiões onde a construção de gasodutos convencionais ainda não é viável, e a criação de condições mais competitivas para grandes consumidores industriais.
A interiorização também faz parte da estratégia. Na avaliação de Renato, ampliar o acesso ao gás no Agreste e no Sertão pode ajudar a criar condições para que novos empreendimentos considerem outras regiões de Alagoas na hora de decidir onde investir.
“Não basta ampliar a infraestrutura e deixar o benefício passar por Alagoas. O desafio é fazer com que esse movimento deixe resultado aqui, com novas empresas, mais produção e emprego para os alagoanos”, destaca. Para Renato Filho, o investimento anunciado agora deve ser visto como parte de um cenário maior de expansão da infraestrutura energética no Nordeste e como uma oportunidade para Alagoas se posicionar melhor na disputa por novos investimentos.
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