Politicando
Deputada denuncia escola municipal fechada há várias semanas na Barra de Santo Antônio
A deputada estadual Cibele Moura informou que vai apresentar denúncia ao MPE
A prefeita da Barra de Santo Antônio, Lívia Carla (Republicanos), tem sofrido críticas da oposição no município por deixar uma escola municipal fechada há semanas. No Plenário da Assembleia Legislativa, Cibele Moura (MDB) reforçou a denúncia e disse que vai apresentar um requerimento ao Ministério Público Estadual (MPE).
De acordo com informações divulgadas nas redes sociais da ex-prefeita e pré-candidata, Manu Moura, a Escola Sete de Setembro está há duas semanas fechada. Outra crítica apontada pela ex-prefeita, é a falta de entrega dos “kits merenda” que não estão sendo realizados, aumento a despesa das famílias que seriam beneficiadas.
A unidade escolar fica localizada na Ilha da Croa, e de acordo com informações de populares, a escola está funcionando desde o início do ano por meio de aulas online. Uma das reclamações dos pais, é a falta de equipamentos para que as crianças possam acessar às aulas.
Na sessão ordinária desta quarta-feira (17), a deputada estadual e filha da ex-prefeita da Barra de Santo Antônio, Cibele Moura, levou as reclamações dos pais ao plenário da Casa.
Na oportunidade, a parlamentar reforçou as denúncias feitas por sua mãe e disse, ainda, que a escola vem realizando aulas à distância devido uma obra na unidade que foi iniciada durante o período letivo. Cibele está preparando um requerimento para apresentar a denúncia ao Ministério Público Estadual.
Pais dos alunos da escola Sete de Setembro dizem, ainda, que seus filhos relatam que em período de chuva, as paredes e o portão da escola transmitem corrente elétrica.
O Portal 7Segundos procurou a equipe da prefeita Lívia Carla, com o objetivo de trazer a versão do município, mas até o fechamento desta matéria, não recebemos a resposta. O espaço segue aberto.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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