Diário do Sertão
Moradores denunciam furto de água para abastecer piscinas em sítios e chácaras no Sertão
A falta de água, que em algumas localidades de municípios do Sertão alagoano já dura vários meses, continua sendo motivo de indignação por parte da população, que paga pelo líquido que nunca chega nas torneiras e paga pela compra de água em toneis ou caminhão-pipa. Cada caminhão custa a uma família R$ 350 Reais e a água só dura duas semanas.
No povoado Logradouro, zona rural de Jacaré dos Homens, onde também a população padece, um fato chama a atenção.
São as instalações clandestinas de medidores e redutores de água na rede da Companhia de Abastecimento e Saneamento de Alagoas (Casal).
Pessoas que moram no povoado denunciam que desde 2023 tem faltado água por causa de moradores de povoados vizinhos, donos de chácaras e sítios que para manterem piscinas, criatório de peixe ou água para suas plantações, eles instalam registros e redutores na rede da rua da Casal, de forma irregular, deixando as residências próximas sem água.
Revoltados, os moradores tem feito constantes denúncias ao escritório da Casal na cidade, que até o momento nada fez para conter a irregularidade.
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