Diocese de Palmeira dos Índios anuncia nomeações e transferências no Clero
Até o mês de julho será criada a Paróquia de Nossa Senhora Divina Pastora
O Bispo Diocesano de Palmeira dos Índios, Dom Manoel Filho publicou oficialmente nomeações e transferências em várias paróquias, o que já era aguardado há algum tempo. Após a ordenação de quatro novos sacerdotes durante a última semana, as mudanças foram efetivadas.
O recém ordenado padre Aderval Rodrigues foi nomeado vigário da Paróquia Nossa Senhora do Rosário em Delmiro Gouveia. A paróquia estava sem vigário desde a transferência do padre Joelder Pinheiro para a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição em Água Branca. O padre Aderval foi ordenado no último dia 4 de maio e auxiliará o padre Adauto Vieira.
Também ordenado no dia 4 de maio, o padre Cristovam Oliveira foi nomeado administrador da Paróquia de São José em Olho D’água do Casado. Padre Cristovam substituirá o padre José Augusto que assumirá a função de administrador da Paróquia de São Cristóvão em Palmeira dos Índios que tinha há 12 anos o padre Lázaro José como administrador paroquial. O padre Lázaro foi transferido para a paróquia de Santo Antônio de Pádua em Senador Rui Palmeira, substituindo o padre Marcelo João que por sua vez foi transferido para a paróquia de Nossa Senhora da Conceição em Mata Grande.
Criação da Paróquia de Nossa Senhora Divina Pastora
Atendendo a um antigo apelo da comunidade, a capela de Nossa Senhora Divina Pastora, situada no Bairro de Palmeira de Fora em Palmeira dos Índios será elevada a Paróquia. Para esse processo de criação da Paróquia, o Padre Antônio Melo de Almeida, conhecido como Padre Motinha, foi designado para conduzir a criação da Paróquia e por conseguinte, ser o seu primeiro Pároco. Padre Motinha exerceu seu ministério sacerdotal por vários anos em Estrela de Alagoas, na Paróquia São João Batista, onde é muito querido pelos fiéis.
Com a transferência do Padre Motinha, o padre Gilberto Pereira, ex-pároco de Nossa Senhora da Conceição em Mata Grande, assumirá a Paróquia São João Batista.
Seguindo com as nomeações e transferências, o padre Clarindo Lopes, ordenado no último dia 29 de abril assumirá a função de administrador da Paróquia de São Sebastião em Poço das Trincheiras. Padre Clarindo substituirá o padre Jean César que exercerá seu ministério na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição em Carneiros. A Paróquia de Nossa Senhora da Conceição tinha até então como pároco o padre Marcos Renildo que Assumirá a Paróquia de São Cristóvão em Santana do Ipanema.
A Paróquia de São Sebastião em Palmeira dos Índios também terá mudança de pároco. O padre Marc David seguirá para a paróquia de Nossa Senhora do Carmo em Olivença. Em seu lugar, assume o padre Clejean Melo, que exercia seu ministério sacerdotal na Paróquia de São Cristóvão em Santana do Ipanema. Com a chegada do Padre David em Olivença, o atual pároco, José Petrônio, assumirá a paróquia de Nossa Senhora do Bom Conselho em Belo Monte na função de pároco.
Outras nomeações
O Padre José Paulo Pereira foi nomeado vigário da Paróquia de Nossa Senhora da Saúde e São Francisco de Assis em Piranhas. O padre Antônio de Pádua foi efetivado na função de vigário da paróquia de Santo Antônio de Pádua em Major Isidoro onde já exerce seu ministério. Por fim, o padre Jorge Paulo, ordenado no dia 1º de maio, foi efetivado na função de vice-reitor do seminário São João Maria Vianney em Palmeira dos Índios.
Processo de transferência
Segundo Dom José Carlos de Souza Campos, atualmente Arcebispo de Montes Claros, A transferência não é um ato arbitrário e autoritário que recai e pesa sobre a pessoa do bispo. As decisões e transferências são pensadas e construídas num conselho de padres, demandam longas conversas e, às vezes, várias reuniões.
O Direito Canônico fala de uma estabilidade ao pároco (seis anos e mais seis), mas isso não significa que não possa sair antes disso, se há acordo entre o bispo e este padre para outro lugar de missão. Os administradores paroquiais não gozam desta estabilidade canônica. Neste período, podem aparecer outras necessidades, podem aparecer situações que obriguem a repensar a presença dele ali, podem existir desarranjos e incompatibilidades, e isso obriga a repensar a colocação. A justificativa de o padre ser bom e querido, ter pouco tempo ali, ter feito bons trabalhos, tudo isso é louvável, mas os critérios são mais abrangentes.
A vida paroquial é um leque de responsabilidades, competências e interlocuções. A vida paroquial, sobretudo para os que estão sozinhos numa paróquia, exige múltipla atenção e variada atuação por parte do padre. Aprender isso é um caminho. Nem sempre feito no lugar onde o padre se encontra no momento. A mudança faz bem a todos, ao padre e à comunidade. Isso obriga a repensar relações, modos de servir e processos novos. Ninguém goza de estabilidade indefinida, nem os bispos! Prazos ajudam a rever muitas posturas, manias e relações.
Se um determinado sacerdote é dotado de muitas qualidades e competências a ponto de trazer grandes alegrias e avanços a uma comunidade, ele não pode ser possuído por esta comunidade como um “bem inalienável”. Outros lugares precisam dele e dos seus dons. Ele pode ser o pastor que a comunidade vizinha precisa em vista de suas demandas pastorais, espirituais, administrativas e humanas.
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