Família de Igaci ainda aguarda transferência de bebê com problemas cardíacos
Governo do estado ainda não cumpriu decisão judicial
A família da bebê Bruna Victoria Oliveira dos Santos, de apenas um ano de idade ainda aguardando o Governo do Estado realizar a transferência da bebê através de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) aérea para começar o tratamento em São Paulo. A bebê é portadora de cardiopatia congênita chamada Tetralogia de Fallot e corre risco de morte.
A família foi orientada pela médica Saramira Bohadana, especialista em otorrino de vias aéreas pediátricas de São Paulo, para realizar o tratamento no Hospital Beneficência Portuguesa, que tem especialistas na área. A condução da paciente deve ser realizada por meio de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) aérea, devido ao risco de morte.
Os pais de Bruna, Letícia Oliveira e Caio Bruno, conseguiram por meio judicial uma autorização para que o Governo do Estado disponibilize o transporte e os custos dos procedimentos. A justiça deu um prazo que finalizou nesta sexta-feira (21).
Apesar da família residir em Igaci, os pais de Bruna se revezam nos cuidados da pequena que está internada no hospital da Criança em Maceió desde o nascimento. A bebê já passou por 11 intervenções cirúrgicas e a evolução do quadro clínico é gradativo.
Confira a nota da Assistência Social
Assistência à Paciente B.V.O.S.
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) esclarece que vem prestando toda a assistência necessária para assegurar o restabelecimento da paciente B.V.O.S., de 1 ano de idade, que nasceu com o diagnóstico de várias doenças, como cardiopatia congênita complexa, denominada de tetralogia de fallot, além de problemas nas vias áreas, como má formação da laringe, estenose da via aérea inferior e Síndrome de DiGeorge, caracterizada como um distúrbio genético, devido a um defeito no cromossoma 22. Ressalta que, atualmente, ela está internada no Hospital da Criança (HC), em Maceió, onde foi estabilizada clinicamente e nutricionalmente, além de apresentar quadro clínico cardiologicamente estável, sem intercorrências hemodinâmicas, sendo medicada e monitorada diariamente por uma equipe multidisciplinar, composta por cardiologista pediátrico.
A Sesau assegura que o acompanhamento sistemático se dará até que ela esteja apta a realizar o procedimento cirúrgico para correção total da cardiopatia congênita, denominada de Tetralogia de Fallot, o que deve ocorrer em breve, uma vez que a Central Estadual de Regulação de Leitos está em tratativas para transferi-la para o Hospital Beneficência Portuguesa (BP) ou para o Hospital de Base de Ribeirão Preto, ambos no Estado de São Paulo. Salienta que, desde o dia 31 de agosto do ano passado, o Governo do Estado já financiou procedimentos cirúrgicos para corrigir os problemas das vias áreas, que foram realizados no Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco (PROCAP), em Recife, e na Santa Casa de Maceió, onde ocorreu a ligadura do arco aórtico ântero-lateral, bem como, a reconstrução traqueal, além do implante de stents na via de saída do ventrículo direito e nos brônquios direito e esquerdo da paciente, que também necessitou de uma gastrostomia para implantar uma sonda alimentar, evitando a sua desnutrição.
Últimas notícias
Barram IA três dias antes da votação e proíbem sugestão de candidatos
Lula lidera 1º turno, mas tem empate técnico com Flávio no 2º, diz Real Time Big Data
Atendimento psicológico gratuito marca ação do MP em Arapiraca com participação do Cesmac do Agreste
Condenado por homicídio da esposa é preso com arma de fogo no bairro Clima Bom
Homem é preso por ameaçar e dizer que 'arrancaria a cabeça' da esposa em Maceió
Dono de bar é morto a tiros após confusão dentro do estabelecimento em Penedo
Vídeos e noticias mais lidas
Carlinhos Maia é condenado a pagar R$ 200 mil por piada sobre má-formação óssea
Secretário da Fazenda de Maceió cria dificuldades para pagar fornecedores
Planalto confirma 13º infectado em comitiva com Bolsonaro
Indústria brasileira do setor alimentício terá fábrica em Rio Largo
