Governo Federal reconhece situação de emergência em cinco municípios de Alagoas
Cidades alagoanas afetadas por estiagem e fortes chuvas passam a ter acesso a recursos federais para ações emergenciais
O Governo Federal reconheceu, por meio de portarias publicadas nesta sexta-feira (6) no *Diário Oficial da União*, a situação de emergência em 50 municípios brasileiros atingidos por desastres naturais. A medida inclui cinco cidades do estado de Alagoas, que agora poderão acessar recursos destinados a ações imediatas de assistência à população.
A decisão, tomada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) com base em análises da Defesa Civil Nacional, abrange municípios de 12 estados: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Sergipe.
No caso de Alagoas, três municípios — Estrela de Alagoas, Girau do Ponciano e Maravilha — foram incluídos na lista em decorrência da seca prolongada. Já Rio Largo e São Luís do Quitunde tiveram a situação emergencial reconhecida por conta das chuvas intensas que afetaram a rotina da população local.
Com o reconhecimento oficial, as prefeituras desses municípios estão aptas a solicitar apoio financeiro para ações emergenciais, como a distribuição de cestas básicas, água potável, refeições para equipes de campo, além de kits de limpeza e higiene pessoal. Tais medidas visam atender, com rapidez, as necessidades mais urgentes das comunidades atingidas.
Solicitação de recursos
As administrações municipais interessadas devem enviar seus planos de trabalho por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD), disponível no site [s2id.mi.gov.br](http://s2id.mi.gov.br). Após a análise técnica das propostas pela Defesa Civil Nacional, e se aprovadas, uma nova portaria é publicada no *Diário Oficial*, autorizando o repasse imediato dos recursos.
A iniciativa busca garantir respostas rápidas diante de situações críticas, fortalecendo a capacidade dos municípios de agir com eficácia e reduzir os impactos sociais e econômicos provocados pelos eventos extremos.
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