Politicando
Projeto torna obrigatória a instalação de tratamento de esgoto em edifícios e condomínios
Foi lido durante a sessão ordinária, na última quinta-feira (16), o projeto de lei de iniciativa do deputado Sergio Toledo (PSC), que dispõe sobre a obrigatoriedade da instalação de tratamento de esgoto sanitário em edifícios e condomínios. A matéria segue para análise das comissões temáticas da Casa. Se aprovada, a medida vai atingir os edifícios públicos ou privados, residenciais ou comerciais, com gabarito vertical superior a três pavimentos e os condomínios com mais de 10 unidades, no âmbito do Estado.
No entanto, de acordo com o parágrafo segundo do artigo 1º do projeto, os edifícios e condomínios cujas localizações sejam guarnecidas pela rede pública de coleta de esgoto ficarão desobrigados da medida.
Os que descumprirem com as normas estabelecidas na lei estarão sujeitos a multa, cassação de licenças ambientais, embargos e interdição da obra.
“A falta de saneamento básico encontra-se entre os graves problemas que afetam a saúde da população alagoana. Segundo dados do próprio Governo apenas 15% de todo esgoto lançado na rede da Casal são tratados, o restante é despejado diretamente nos rios, praias, lagoas e subsolo, contaminando também os lençóis freáticos”, justifica o autor do projeto de lei, deputado Sergio Toledo, no bojo da matéria.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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