Politicando
Prefeita de São Luís do Quitunde recoloca município nos trilhos em menos de 60 dias de gestão
O município de São Luís do Quitunde, localizada a 53 km de Maceió, vem passando por um processo de reorganização após períodos turbulentos vividos nas administrações anteriores. A prefeita, Fernanda Cavalcante (PMDB), vem está tendo muito trabalho para recolocar a cidade nos trilhos, mas aos poucos a situação financeira e administrativa da cidade está sendo normalizada.
Os funcionários públicos da cidade, que não recebiam salários desde dezembro, tiveram seus pagamentos colocados em dia. Além de dezembro, o mês de janeiro e o 13º salário foram repassados aos funcionários. A informação repassada pelo assessor de comunicação da prefeitura, Emerson Júnior, é que o mês de fevereiro será pago em tempo recorde.
Além disso, as obras na cidade seguem a todo vapor. Além das reformas que estão sendo realizadas em praças e outros locais de lazer, a nova prefeitura de São Luís do Quitunde vem reformando várias escolas da cidade. Duas mil cadeiras escolares foram compradas e serão entregues de forma oficial amanhã, juntamente com a reinauguração de algumas dessas escolas que passaram por reforma.
A segurança da cidade e a saúde também estão de novas caras. Novas ambulâncias e carros da Guarda Municipal foram comprados e já foram colocados a disposição da população. Em 50 dias de nova administração, a cidade já obteve melhorias bastante significativas e o povo de São Luís já começou a se beneficiar das benfeitorias da nova prefeitura.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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