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Vereadores discordam sobre policiamento na Câmara Municipal de Arapiraca

09/03/2017 07h07
Vereadores discordam sobre policiamento na Câmara Municipal de Arapiraca

Após o recesso de Carnaval, os vereadores arapiraquenses retornaram aos trabalhos, na noite da última terça-feira (07), o pastor Marcos Caetano (PTC) apresentou um requerimento para que a Câmara Municipal designe um policial militar nos dias de sessão, mantendo assim a segurança dos edis.

“Esse requerimento, acredito que a Câmara de Vereadores é uma exceção, uma vez que não possui um PM na Casa Legislativa. Estou cumprindo o Regimento Interno. Vivemos uma onda de violência descontrolada. Nós tratamos de vários assuntos nesta casa. Arapiraca está crescendo e não temos como saber a índole de ninguém. Pedimos que esse requerimento seja analisado como uma forma de precaução”, afirmou.

O vereador Moisés Machado (PDT) pediu um aparte após o pronunciamento do autor requerimento e se disse contrário ao pedido do pastor. “Sabemos do pequeno efetivo da Polícia Militar. A cidade cresceu e o efetivo da corporação diminuiu. Posso afirmar que o 3º BPM não têm 500 homens. Os números de ocorrências aumentaram em Arapiraca. A carência de policiamento é enorme. Antigamente, existia um policial para dar segurança na Câmara Municipal de Arapiraca. Eu sou contrário devido ao baixo efetivo da Polícia Militar”, argumentou.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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