Politicando
Olavo Calheiros pode ser novo presidente da ALE
A eleição para escolher o novo presidente da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Alagoas acontece só em fevereiro de 2019, quando a nova legislatura é iniciada. Mas os bastidores desse pleito já foram iniciados e as especulações estão em torno do nome do reeleito deputado Olavo Calheiros (MDB).
A favor dele pesa o fato de ser o tio do governador Renan Filho (MDB), o que facilitaria o diálogo com os demais deputados. Além dele ter abertura com os colegas parlamentares.
Olavo quer na verdade uma vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e a passagem pela presidência da Casa de Tavares Bastos o credenciaria para o seu objetivo maior.
O deputado Ricardo Nelsinho também foi procurado, segundo informações colhidas pelo Politicando. Mas a ele foi dada duas opções, a presidência da ALE ou a candidatura a prefeito de Arapiraca. Ele preferiu disputar a prefeitura. Portanto, a presidência pode mesmo ficar nas mãos do deputado Olavo.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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