Politicando
Vereador vai parar na Justiça por dar supostos calotes em Palmeira
Júnior Miranda pretende disputar reeleição, mas débitos contestados na Justiça podem impedi-lo.
O ex-presidente da Câmara Municipal de Palmeira dos Índios, Júnior Miranda (PSL) enfrentará grandes dificuldades, caso pense em disputar a reeleição. O parlamentar foi parar na Justiça por comprar um veículo e não pagar, além de emitir cheque sem fundos na praça.
Os processos judiciais em desfavor do vereador Júnior Miranda comprovam os boatos que correm nas ruas da cidade e em grupos de whatsapp sobre sua fama de suposto caloteiro.
Tramita na 3ª Vara de Palmeira dos Índios o processo Nº 0700127-58.2019.8.02.0046, onde o Banco Bradesco requereu busca e apreensão de um veículo financiado pela empresa LC Monteiro Júnior ME, de propriedade do vereador. Segundo consulta no Tribunal de Justiça, a última movimentação do processo foi no dia 06 de março do corrente ano.
Já o processo Nº 0700308-50.2019.8.02.0146, que tem tramitação prioritária, trata sobre a execução de título extrajudicial (assunto: cheque). A ação, no valor de R$ 36.232,34, será julgada pelo juiz Lucas Lopes Doria Ferreira, do Juizado Especial Cível e Criminal de Palmeira dos Índios. Segundo o processo, a parte executada é Luiz Cavalcante Monteiro Júnior, vulgo Júnior Miranda. A última movimentação foi registrada no dia 12 de fevereiro de 2020.
A advogada do parlamentar - que terá o nome preservado - confirmou que as ações são referentes ao ex-presidente da Câmara de Palmeira dos Índios.
Nos bastidores, a informação é que Júnior Miranda comprou uma fazenda de um conhecido empresário do município de Arapiraca e não pagou. Segundo informações, o vereador só não perdeu a casa que reside porque não está em seu nome.
Será que, diante dessas situações comprovadas, Júnior Miranda terá coragem de enfrentar uma eleição? Seu principal adversário, vereador Agenor Leôncio (PSB) já tem como certo o seu retorno à presidência do legislativo palmeirindiense.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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