Blog do André Avlis
Atualmente a Seleção Brasileira vive sua melhor versão da "Era Tite"
Com goleada diante da Bolívia por 4 a 0, jogando na altitude de La Paz, Brasil chegou a 14 vitória e 3 empates, em 17 jogos
Goleada. Recorde. Invencibilidade.
Restando o "jogo da Anvisa" contra a Argentina - que ninguém sabe quando ou se irá acontecer - o Brasil goleou a Bolívia por 4 a 0 em La Paz e confirmou ainda mais sua classificação para a Copa do Catar.
Com a vitória a seleção bateu o recorde de pontos conquistados em uma edição de Eliminatórias (marca anterior era de 43 pontos, da Argentina, nas Eliminatórias 2002).
Na atual competição, o Brasil ficou em primeiro com 45 pontos. Foram 17 jogos, com 14 vitórias e 3 empates. O time de Adenor marcou 40 gols e sofreu 5.
Teve a melhor campanha, o melhor ataque e a melhor defesa.
Após a chegada de Tite e seu primeiro jogo - vitória por 3 a 0 contra o Equador - em 1° de setembro de 2016, certamente é o melhor momento de sua "Era".
Fui um dos que critiquei quando o time parecia estar estagnado em apenas um modelo de jogo ou quando mais oscilava do que era linear.
Gosto de Tite e continuo achando que ele ainda é o mais capacitado para cargo. Talvez por isso pegue tanto no seu pé.
O processo até o atual momento gerou algumas dúvidas. Especialmente sobre o quanto esse time poderia e deveria jogar.
Hoje o cenário mudou. A harmonia entre estatísticas e números, performance e desempenho se alinhou. Trazendo a evolução coletiva e individual que tanto se espera.
Há vários jogos o time mostra amadurecimento e competitividade. Versatilidade e adaptação nas várias situações que o jogo pede.
Além de ser aparente a diminuição ou a extinção da "Neymardependência" - mesmo o camisa 10 sendo, ainda, o melhor jogador da equipe.
É perceptível uma seleção que tem um padrão de jogo e que dentro desse mesmo padrão consegue variações táticas. Tem repertório e encaixe para mudar o plano dentro das partidas.
Explicitamente um time encaixado e consistente. Onde as características individuais dos jogadores proporcionam ao treinador várias opções de movimentação e comportamento técnico.
Sem sombra de dúvidas é a melhor versão da Seleção Brasileira na "Era Tite".
Sendo assim, o Brasil favorito na Copa do Catar? Sim. Se vai ser campeão aí é outra história.
E digo mais: hoje, pensar no Hexa não é utopia.
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