Blog do André Avlis
Feijão e mais 10? - ASA terá mudanças para o confronto contra a Juazeirense
Pela sétima rodada da Série D do Brasileiro, Juazeirense e ASA se enfrentam neste sábado (28), às 18h, no Estádio Adauto Morais. Confira a provável escalação
Mudanças à vista.
O técnico Jota deve promover algumas mudanças para o confronto contra a Juazeirense.
O ASA é o líder do Grupo 4, com 10 pontos. No entanto, está sem vencer a três jogos e tentará retomar o caminho das vitórias no próximo sábado (28), às 18h, em Juazeiro-BA.
Com retornos importantes, o time deve iniciar a partida com: Renan Rinaldi; Michel, Cristian Lucca, Brumati e Alysson Dutra; Jorginho, Zé Wilson, Roger Gaúcho, Diego Rosa, Anderson Feijão e Júnior Viçosa.
Análise/Opinião:
Pela provável escalação é perceptível a formação adotada pelo técnico Jota: o 4-2-3-1.
O time terá três meias de criação com características diferentes. Embora tenham a versatilidade como algo em comum.
Roger Gaúcho carrega mais a bola, é um articulador e abre espaços a partir da sua movimentação; Diego Rosa é dinâmico e tem mobilidade.
Já Anderson Feijão, além de ser um armador como os outros dois, é um meia que flutua entre as linhas, pisa na área e é finalizador.
Os três têm o bom passe e a infiltração como algumas semelhanças. Além da própria versatilidade.
São jogadores que conseguem atuar em todas as faixas do setor de criação. Podendo então, em determinados momentos, trocar de posição - pelo centro, abertos e transitando da beirada para o meio ou espetados nas pontas.
Tais ações, possibilitam para o time, além da melhora no setor criativo, amplitude e profundidade. Uma vez que Júnior Viçosa consegue prender os zagueiros e jogar em suas costas.
Para que essas possibilidades possam ser bem executadas, dois volantes darão o suporte na marcação e na construção das jogadas. Uma vez que Jorginho e Zé Wilson, além de marcadores, são bons passadores.
Na composição defensiva as duas linhas de quatro (4-4-2) devem ser mantidas. Variando para uma de quatro e uma de cinco (4-5-1), se necessário.
O ASA vem pecando ultimamente na falta de aproximação de setores. Fazendo com que o time fique espaçado, não tenha tanto a bola e ofereça espaços para o adversário.
A compactação defensiva precisa estar encaixada para que uma progressão e uma transição ofensiva sejam eficientes. O individual em harmonia com o coletivo.
Jota tem, agora, mais opções que geram alternativas e possibilidades. Consequentemente fatores que propiciam perspectivas para colocar suas ideias e conceitos em prática.
Especialmente na busca por melhor rendimento.
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