Titular do Porto, Fabiano agradece Rogério Ceni: 'Aprendi muito com ele'

Um pouco do sucesso de Fabiano, novo titular da meta do Porto, se deve a Rogério Ceni. Sim, os dois trabalharam juntos no São Paulo entre os anos de 2007 e 2009, e a relação forjou o goleiro de 26 anos para os desafios vindouros.
Em entrevista, Fabiano fala sobre a ascendência de Ceni na sua carreira; a responsabilidade em substituir o lesionado Helton, um dos ídolos máximos do Porto, e as ambições do clube português nesta temporada.
O Helton é capitão e um dos ídolos da torcida portista. Como é substituí-lo? Existe alguma carga extra de pressão em assumir a titularidade no lugar de um jogador tão importante?
Para mim é um ponto positivo e fico muito feliz em substituir um atleta de grande importância no clube e no cenário mundial. Isso me motiva cada vez mais para estar em alto nível e à altura dele.
No Brasil, duas falhas num curto espaço de tempo já condenam o goleiro à reserva. E na Europa, existe uma tolerância maior em relação a isso? Já passou por algo parecido em Portugal?
No Porto não. Já vivemos momentos bons e ruins, mas sempre procuro estar bem concentrado e preparado para evitar os erros que possam acontecer durante o campeonato. Quando você joga em um grande clube existe pressão e cobrança. Temos que estar tranquilos com o trabalho do dia a dia e evitar os erros. A cobrança é normal e relativa à grandeza do clube em que está.
O Porto sempre formou ótimos jogadores e os repassou a times de ligas mais fortes, como uma espécia de trampolim. Espera que isso contigo?
Não penso nisso. Estou em uma grande equipe, que sempre disputa grandes competições, com grande estrutura e isso só me deixa feliz e orgulhoso.
Nos últimos anos, Porto e Benfica se revezam na conquista do Campeonato Português. Acha que esse cenário se repetirá nesta temporada?
O Campeonato Português não se trata só de dois clubes. É um torneio com equipes de qualidade, que causam dificuldades. Cabe a nós encararmos todos os jogos com o maior nível de concentração e responsabilidade possíveis.
O Porto está na fase de grupos da Champions, mas não tem os mesmos recursos que os grandes da Europa, como Barça, Real Madrid e Bayern. Na sua opinião, até onde o Porto pode chegar a nível europeu?
Temos totais condições de fazer frente com qualquer equipe em nível mundial. Temos de ir com humildade, mas com grandes ambições.
Em três anos de São Paulo, você foi bicampeão brasileiro e um dos reservas de Rogério Ceni. O que deu pra aprender nesses anos com ele?
Foram anos de início da minha carreira, aprendi muito no São Paulo com todos que trabalhei, muito com o Rogério Ceni, que é um profissional muito trabalhador, sincero, responsável e com qualidade indiscutível. É um ídolo dentro do São Paulo, nacional e mundial. Aprendi muito com ele e tiro referências dentro e fora de campo. Uma pessoa que sempre observo até hoje e na qual me espelho.
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