Atacante do Sport é indiciado por agressão, ameaça e injúria contra namorada
O atacante Juninho foi indiciado por vias de fato, violência doméstica, injúria e ameaça a uma ex-namorada. O processo foi encaminhado ao Ministério Público do Estado de Pernambuco e o advogado do jogador aguarda a intimação para dar incío ao processo de defesa. O vice-presidente jurídico do Sport, Lêucio de Lemos Filho, afirmou que o clube fará um trabalho de recupeção da cria da base. Também detalhou conhecer o ambiente em que o atleta estava inserido antes de chegar ao Rubro-Negro, mas reiterou que nada justifica qualquer tipo de violência, principalmente contra a mulher.
"O clube, naturalmente, não pode compactuar com o ato do atleta. Além de rejeitar e repelir. No entanto, por ser um atleta do clube, será dada a assistência. Assistência no sentido de reintegração, recuperação. Examinaremos, internamente, alguma punição que ele merecerá no sentido de uma reeducação, vamos dizer assim. O clube não pode compactuar com violência nem no estádio e nem doméstica, muito menos um ato de violência contra a mulher. Estamos aguardando os acontecimentos, embora já tivéssemos tomado algumas iniciativas no sentido dessa assistência psicossocial ao atleta. Mas não no sentido de nos solidarizarmos com ele. Mas, evidentemente, como patrimônio do clube, nós teremos que submetê-lo a um procedimento que resultará em uma punição disciplinar", ressaltou o dirigente.
O advogado de Juninho, Ernesto Cavalcanti, afirmou que agora aguarda a intimação do Ministério Público, mas garantiu que, em juízo, provará a inocência do seu cliente.
Etenda o Caso
Juninho foi acusado de agredir a ex-namorada, com quem teve uma relação por cinco meses. Uma das agressões teria acontecido no mês de setembro. Na dia 6 de outubro, a vítima, que tem 20 anos, teria solicitado medidas protetivas para que ele se mantivesse afastado e chegou a mostrar mensagens do jogador em redes sociais. Em entrevista, a vítima detalhou o que teria acontecido.
- Quando chegamos no apartamento, assim que descemos, eu disse que não dormiria com ele. Que apenas conversaria e iria embora. Foi quando ele me deu o primeiro tapa no rosto e as câmeras do prédio filmaram. Quando subimos, ele me trancou dentro do quarto e foi quando começou tudo. Que eu era obrigada a ficar com ele, porque, se eu saísse de lá, eu iria acabar com a carreira dele, porque todo mundo no clube já sabia que ele tinha me agredido. Quando falei que iria embora, ele levantou procurando uma faca, porque disse que teria que me matar, porque quando eu fosse embora, saberia que eu chamaria a polícia pelas agressões que ele fez. Deu murros no meu rosto, puxou o meu cabelo... E disse que teria que me matar para poder proteger a carreira dele.
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