Alagoas
Agricultores e técnicos são capacitados em agroecologia
Curso faz parte da programação da Semana do Alimento Orgânico
06/06/2012 14h02
Agricultores familiares e técnicos extensionistas estão sendo capacitados numa tecnologia social que permite fazer análise do solo e, assim, realizar as correções necessárias para melhoria da produtividade. O curso faz parte da Semana do Alimento Orgânico e está ocorrendo nesta quarta-feira (6), no município de Igaci.
Cerca de 50 pessoas participam do treinamento, que aborda uma tecnologia social conhecida como cromatografia da saúde do solo, por meio da qual é possível interpretar os resultados para em seguida realizar o manejo necessário.
A capacitação, que teve início na segunda-feira (4) e se encerra nesta quarta-feira (6), é uma iniciativa da Comissão de Produção Orgânica (CPOrg) com apoio da Rede Estadual de Agroecologia.
Também apoiam a atividade a Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri), o Sebrae/AL, a Associação de Agricultura Alternativos (AAGRA), a organização Caatinga, Mibasa, Central Estadual das Associações de Agricultores Familiares (Ceapa) e Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).
Segundo Leandro Benatto, membro da CPOrg e consultor do Sebrae, o treinamento ocorre no campo, com ações práticas, como coleta de solo e análise. De acordo com ele, o uso dessa tecnologia social, a cromatografia, colabora para as práticas agroecológicas.
“Essa técnica é uma ferramenta para o manejo agroecológico, que garante a produção de alimentos saudáveis, numa prática de respeito ao meio ambiente, sem uso de insumos químicos”, explicou o consultor. Ainda segundo ele, durante os três dias de curso também foram realizadas práticas sobre produção de biofertilizantes.
Agroecologia
A agroecologia prega o manejo sustentável dos recursos disponíveis na propriedade. “É ideal para o agricultor familiar, que nem sempre dispõe de recursos financeiros para investir na produção”, frisou a articuladora da Rede Estadual de Agroecologia, Liduína Alencar.
Para que um agricultor pratique os conceitos e princípios de agroecologia, explica Liduína, é preciso que, de início, ele faça a substituição dos insumos, como fertilizantes industrializados e agrotóxicos químicos, por produtos naturais disponíveis na propriedade, como esterco de animais. “Com isso, haverá uma desintoxicação do solo”, detalha. “E assim o agricultor também já reduz os custos de produção”, enfatiza.
“Em seguida, ele aplica os conceitos para conservação da água, cuidados com a lavoura e a questão social, que envolve a relação de trabalho. Isso também é levado em consideração”, contou Liduína Alencar. Segundo ela, a produção de forma agroecológica tem fortes semelhanças com a agricultura praticada antes do advento dos chamados “pacotes tecnológicos”, que são usados para aumentar a produtividade.
Cerca de 50 pessoas participam do treinamento, que aborda uma tecnologia social conhecida como cromatografia da saúde do solo, por meio da qual é possível interpretar os resultados para em seguida realizar o manejo necessário.
A capacitação, que teve início na segunda-feira (4) e se encerra nesta quarta-feira (6), é uma iniciativa da Comissão de Produção Orgânica (CPOrg) com apoio da Rede Estadual de Agroecologia.
Também apoiam a atividade a Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri), o Sebrae/AL, a Associação de Agricultura Alternativos (AAGRA), a organização Caatinga, Mibasa, Central Estadual das Associações de Agricultores Familiares (Ceapa) e Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).
Segundo Leandro Benatto, membro da CPOrg e consultor do Sebrae, o treinamento ocorre no campo, com ações práticas, como coleta de solo e análise. De acordo com ele, o uso dessa tecnologia social, a cromatografia, colabora para as práticas agroecológicas.
“Essa técnica é uma ferramenta para o manejo agroecológico, que garante a produção de alimentos saudáveis, numa prática de respeito ao meio ambiente, sem uso de insumos químicos”, explicou o consultor. Ainda segundo ele, durante os três dias de curso também foram realizadas práticas sobre produção de biofertilizantes.
Agroecologia
A agroecologia prega o manejo sustentável dos recursos disponíveis na propriedade. “É ideal para o agricultor familiar, que nem sempre dispõe de recursos financeiros para investir na produção”, frisou a articuladora da Rede Estadual de Agroecologia, Liduína Alencar.
Para que um agricultor pratique os conceitos e princípios de agroecologia, explica Liduína, é preciso que, de início, ele faça a substituição dos insumos, como fertilizantes industrializados e agrotóxicos químicos, por produtos naturais disponíveis na propriedade, como esterco de animais. “Com isso, haverá uma desintoxicação do solo”, detalha. “E assim o agricultor também já reduz os custos de produção”, enfatiza.
“Em seguida, ele aplica os conceitos para conservação da água, cuidados com a lavoura e a questão social, que envolve a relação de trabalho. Isso também é levado em consideração”, contou Liduína Alencar. Segundo ela, a produção de forma agroecológica tem fortes semelhanças com a agricultura praticada antes do advento dos chamados “pacotes tecnológicos”, que são usados para aumentar a produtividade.
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