Alagoas
Thomaz Nonô reúne comitiva para avaliar a missão ao Canadá
22/11/2012 18h06
O governador em exercício, José Thomaz Nonô, que liderou a missão técnica com secretários e representantes da cadeia produtiva do leite no Canadá, reuniu nesta quinta-feira (22), no Palácio República dos Palmares, a comitiva que participou da missão para definir as ações que devem seguir a partir das experiências e reuniões ocorridas na viagem.
De acordo com o governador, a missão, que teve como objetivo conhecer a tecnologia empregada naquele país que traz benefícios para a cadeia produtiva do leite, vai garantir condições para que sejam firmados convênios de cooperação técnica. Durante as reuniões, que aconteceram de 10 a 17 deste mês, foram debatidos investimentos e parcerias entre o país e Alagoas.
O governador cobrou conclusões dos técnicos do governo e das entidades participantes. “Essa reunião é mais um gesto de preocupação do Governo para que essa missão nos traga frutos o mais rápido possível. Para isso, precisamos materializar as nossas ações, estabelecendo desde já um cronograma”, afirmou.
Nonô explicou que volta ao Canadá no dia 18 de dezembro, quando deverá outra vez reunir-se com o Ministro da Agricultura daquele país para apresentar novas informações e projetos. “O Estado é um indutor e tem de trabalhar focado nos resultados. A viagem foi extremamente produtiva e não podemos perder tempo para que possamos formalizar o que for necessário”, garantiu.
O secretário de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário, José Marinho Júnior, ressaltou que Alagoas ainda vai evoluir muito na cadeia produtiva do leite, mas que algumas ações já estão dando resultados.
“Resgatamos a inseminação artificial para os pequenos produtores, por meio do Programa Alagoas Mais Leite e do Balde Cheio; estamos reativando uma clínica veterinária em Batalha; fazemos mensalmente cursos de capacitação em inseminação artificial para produtores; outras ações estimulam os criadores a produzir forragens para servir aos animais no período da seca. Mas, muita coisa podemos absorver do Canadá, que tem pesquisas importantes em tecnologia, genética, cooperativismo e associativismo”, citou o secretário.
Durante a reunião, o secretário de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico, Luiz Otávio Gomes, destacou a criação do Fórum Permanente da Cadeia Produtiva do Leite, que já obteve recursos com parceiros como o Sebrae Nacional e o Sebrae/AL, e disse ainda que as demandas para parcerias com o Canadá devem ser apresentadas pelo setor produtivo, de acordo com suas necessidades.
Para o secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, Eduardo Setton, assim como no Canadá, mas em outra proporção, em Alagoas também existe parceria entre o setor produtivo e as universidades. Para exemplificar, ele citou o Programa de Avicultura Familiar (PAF), que recebe apoio da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal). Ele também fez referência ao Polo Tecnológico de Batalha, que vai atender às demandas da cadeia produtiva do leite.
De acordo com o presidente da Associação dos Criadores de Alagoas (ACA), Domício Silva, a parceria com o Canadá deve focar em qualidade do leite e genética animal. A mesma ideia foi defendida pelo presidente do Sindicato dos Produtores de Leite de Alagoas (Sindleite), André Ramalho. Segundo ele, a cooperação internacional deve priorizar também a formação profissional, numa parceria com o Instituto Federal de Alagoas (Ifal), que terá um polo na região da bacia leiteira.
“Uma semelhança com o Canadá é que lá 80% das propriedades que produzem leite também são consideradas pequenas, e esse modelo de gestão é importante para os produtores alagoanos”, salientou Ramalho. Na ocasião, o superintendente do Sebrae/AL, Marcos Vieira, ressaltou que o Estado precisa mapear os produtores de leite, para que dessa forma possa tomar as melhores decisões e elaborar políticas públicas focadas nas necessidades.
Em 2013, técnicos e pesquisadores canadenses devem participar de um seminário em Alagoas para troca de experiências. Os detalhes da visita ainda serão definidos.
De acordo com o governador, a missão, que teve como objetivo conhecer a tecnologia empregada naquele país que traz benefícios para a cadeia produtiva do leite, vai garantir condições para que sejam firmados convênios de cooperação técnica. Durante as reuniões, que aconteceram de 10 a 17 deste mês, foram debatidos investimentos e parcerias entre o país e Alagoas.
O governador cobrou conclusões dos técnicos do governo e das entidades participantes. “Essa reunião é mais um gesto de preocupação do Governo para que essa missão nos traga frutos o mais rápido possível. Para isso, precisamos materializar as nossas ações, estabelecendo desde já um cronograma”, afirmou.
Nonô explicou que volta ao Canadá no dia 18 de dezembro, quando deverá outra vez reunir-se com o Ministro da Agricultura daquele país para apresentar novas informações e projetos. “O Estado é um indutor e tem de trabalhar focado nos resultados. A viagem foi extremamente produtiva e não podemos perder tempo para que possamos formalizar o que for necessário”, garantiu.
O secretário de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário, José Marinho Júnior, ressaltou que Alagoas ainda vai evoluir muito na cadeia produtiva do leite, mas que algumas ações já estão dando resultados.
“Resgatamos a inseminação artificial para os pequenos produtores, por meio do Programa Alagoas Mais Leite e do Balde Cheio; estamos reativando uma clínica veterinária em Batalha; fazemos mensalmente cursos de capacitação em inseminação artificial para produtores; outras ações estimulam os criadores a produzir forragens para servir aos animais no período da seca. Mas, muita coisa podemos absorver do Canadá, que tem pesquisas importantes em tecnologia, genética, cooperativismo e associativismo”, citou o secretário.
Durante a reunião, o secretário de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico, Luiz Otávio Gomes, destacou a criação do Fórum Permanente da Cadeia Produtiva do Leite, que já obteve recursos com parceiros como o Sebrae Nacional e o Sebrae/AL, e disse ainda que as demandas para parcerias com o Canadá devem ser apresentadas pelo setor produtivo, de acordo com suas necessidades.
Para o secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, Eduardo Setton, assim como no Canadá, mas em outra proporção, em Alagoas também existe parceria entre o setor produtivo e as universidades. Para exemplificar, ele citou o Programa de Avicultura Familiar (PAF), que recebe apoio da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal). Ele também fez referência ao Polo Tecnológico de Batalha, que vai atender às demandas da cadeia produtiva do leite.
De acordo com o presidente da Associação dos Criadores de Alagoas (ACA), Domício Silva, a parceria com o Canadá deve focar em qualidade do leite e genética animal. A mesma ideia foi defendida pelo presidente do Sindicato dos Produtores de Leite de Alagoas (Sindleite), André Ramalho. Segundo ele, a cooperação internacional deve priorizar também a formação profissional, numa parceria com o Instituto Federal de Alagoas (Ifal), que terá um polo na região da bacia leiteira.
“Uma semelhança com o Canadá é que lá 80% das propriedades que produzem leite também são consideradas pequenas, e esse modelo de gestão é importante para os produtores alagoanos”, salientou Ramalho. Na ocasião, o superintendente do Sebrae/AL, Marcos Vieira, ressaltou que o Estado precisa mapear os produtores de leite, para que dessa forma possa tomar as melhores decisões e elaborar políticas públicas focadas nas necessidades.
Em 2013, técnicos e pesquisadores canadenses devem participar de um seminário em Alagoas para troca de experiências. Os detalhes da visita ainda serão definidos.
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