Prefeita Pauline Pereira foi homenageada com o prêmio Selma Bandeira
Em uma noite de muitas homenagens para as mulheres, aconteceu nesta quinta-feira 27 de Março, no auditório da Casa das Indústrias em Maceió, a entrega da premiação da 4ª edição do prêmio Selma Bandeira. O evento reuniu importantes mulheres sociedade alagoana e autoridades do estado.
Entre as homenageadas a Prefeita de Campo Alegre Pauline Pereira recebeu a honraria em reconhecimento ao trabalho de destaque que vem realizando em Campo Alegre.
Pauline Pereira foi à única prefeita a receber o prêmio nesta edição. A premiação ganhou proporções a nível nacional e premiou mulheres de vários estados do Brasil.
“Receber o prêmio Selma Bandeira hoje foi emocionante. Saber que fui escolhida e merecedora do prêmio pelos projetos executados em Campo Alegre, proporcionando melhorias na qualidade de vida das mulheres, crianças e adolescentes foi maravilhoso. Este prêmio revive a historia de uma grande mulher que sempre levantou a bandeira pelo "respeito aos direitos humanos", sempre lutou em prol da cidadania e da liberdade. Ofereço este prêmio a todos que contribuem diariamente com o crescimento e desenvolvimento de Campo Alegre”, destacou Pauline Pereira.
A premiação foi prestigiada pelo deputado estadual Joãozinho Pereira, pelo ex-governador Divaldo Suruagy, e outras autoridades alagoanas.
Prêmio
Reconhecer mulheres talentosas, competentes e guerreiras junto a mídia e a sociedade brasileira – também conscientizar e motivar o surgimento de novas profissionais – foi o objetivo do Prêmio Selma Bandeira, no mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher.
Simbólico e de imensa responsabilidade social, o Prêmio é grande em sua essência, principalmente porque revive a memória de outra grande mulher: Selma Bandeira – a médica, a mãe e a deputada que levantou a bandeira pelo respeito aos direitos humanos em plena época de ditadura militar no Brasil.
A história de Selma Bandeira
Selma Bandeira é um símbolo de liberdade e de luta em prol da cidadania no Estado de Alagoas. Foi médica e deputada estadual na década de 80 e se destacou por sua luta no combate à violência e na defesa dos direitos humanos. Participou da criação do primeiro Conselho Estadual em Defesa dos Direitos da Mulher, criado em março de 1986, inspirada, juntamente com outras mulheres, num movimento nacional pela redemocratização do país. Foi presa no período da ditadura militar por ser, juntamente com seu esposo Manoel Lisboa, uma das fundadoras do Partido Comunista Revolucionista.
Foi escolhida pelos organizadores do evento para intitulá-lo por sua coragem e ousadia que fez dela um marco na luta pelas causas femininas.
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