Casos graves de dengue caem mais de 61% em Alagoas, aponta Boletim
As capacitações de médicos e enfermeiros realizadas pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), visando qualificar o diagnóstico e tratamento dos pacientes com dengue, surtiram efeito positivo. A prova está no Boletim Epidemiológico 16, emitido nesta sexta-feira (8) que aponta uma redução de 61,45% no percentual de casos graves da doença este ano.
Isso porque, de 1º de janeiro até 4 de maio deste ano, foram registrados 32 casos de dengue com alarme e grave, contra 83 computados no mesmo período do ano passado. Uma situação que, segundo a secretária de Estado da Saúde, Rozangela Wyszomirska, é resultado da conduta e manejo clínico dos pacientes de forma adequada e oportuna.
“Desde janeiro, quando os municípios do Sertão começaram a apresentar aumento no número de casos de dengue, a equipe de Vigilância Epidemiológica da Sesau vem atuando em parceria com as Secretarias Municipais de Saúde. Além de apoio técnico, capacitações e insumos, disponibilizamos técnicos para monitorar as ações e enfatizamos a importância do diagnóstico rápido e tratamento eficiente dos pacientes”, salientou.
Força- tarefa
A titular da pasta da saúde estadual destaca que as Diretorias Estaduais de Vigilância Epidemiológica e Atenção Básica estão atuando nos municípios para assegurar assistência qualificada aos pacientes com dengue. O trabalho também tem assegurado ações de vigilância em saúde, além do combate ao Aedes aegypti e a mobilização da sociedade para adotar medidas que evitem a proliferação da doença.
“No controle da dengue, a atuação das prefeituras para diminuir a proliferação do mosquito é importante, garantindo o recolhimento do lixo urbano, limpeza de terrenos baldios, de praças e cemitérios e a fiscalização de borracharias para que descartem os pneus corretamente. Mas a população também deve fazer a sua parte no combate à dengue, eliminando criadouros, armazenando adequadamente a água de consumo e descartando recipientes sem uso, que possam acumular água e virar criadouros do Aedes aegypti”, alerta Rozangela Wyszomirska.
Atenção aos sintomas
E a população deve ter atenção redobrada aos sintomas da doença, já que, ao sinal de febre aguda com duração de até sete dias, acompanhada de dor na cabeça, atrás dos olhos, nos músculos, nas juntas, prostração e vermelhidão no corpo, é necessário procurar uma Unidade Básica de Saúde. “Com o atendimento oportuno, o paciente não irá evoluir para a forma grave da doença e sua recuperação será mais rápida”, recomenda a secretária de Estado da Saúde.
Ainda de acordo com o Boletim Epidemiológico da Dengue, de 1º de janeiro até o dia 4 de maio de 2015, foram registrados 6.566 casos. Atualmente Arapiraca, Carneiros, Colônia, Leopoldina, Feira Grande, Inhapi, Junqueiro, Major Isidoro, Maragogi, Maravilha, Marechal Deodoro, Mata Grande, Ouro Branco, Santana do Ipanema, São Sebastião, Senador Rui Palmeira e Teotônio Vilela encontram-se em epidemia, já que apresentam uma incidência igual ou superior a 300 casos para cada 100 mil habitantes.
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