Arapiraca

Durante entrevista, Célia nega esquema de corrupção na prefeitura

Por Redação 20/05/2015 11h11
Durante entrevista, Célia nega esquema de corrupção na prefeitura
- Foto: Reprodução

Na tarde desta terça-feira (19) em entrevista ao radialista Angelo Farias, no programa Na Mira da Notícia, pela 103,3 FM, a prefeita Célia Rocha (PTB) falou sobre o suposto esquema de corrupção que foi amplamente divulgado nos veículos de comunicação há cerca de um mês.

O radialista questionou se a prefeita conseguiu comprovar as denúncias que apontavam o envolvimento de servidores municipais, subsecretário e dois servidores públicos ligados às secretarias de Finanças e da secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente.

A gestora municipal afirmou que as notícias que chegavam de vários lugares, mas sem nenhum indício de veracidade.

“ Fique muito incomodada com os boatos e resolvi afastar as pessoas que estavam a frente das secretarias para que o fato fosse apurado sem qualquer interferência”, afirmou Rocha.

A prefeita disse ainda que os documentos foram analisados, ouviu servidores e empresários da construção civil e ninguém confirmou as denúncias. 

" Não admito nenhum tipo de prática criminosa por parte de servidor algum. Eu fico indignada quando chega denúncia de que um servidor público não realizou um bom atendimento, imagine saber que alguém está se beneficiando do dinheiro público", finalizou a prefeita.  

Entenda o caso 

As informações divulgadas sobre um possível esquema de corrupção envolvendo uma ex-secretária , um atual secretário e sub-secretário municipais e um servidor público ganharam mais força nas redes sociais. As imagens dos citados e suas supostas atitudes que estariam se beneficiando dos cargos públicos para enriquecimento ilícito foram amplamente divulgadas.

De acordo com as informações nas redes sociais o valor cobrado pela quadrilha para liberar o alvará de loteamentos residenciais girava em torno de R$ 100 mil. O dinheiro era rateado entre os quatro membros do grupo que integravam o esquema, pois cada envolvido era responsável para liberar um tipo de documentação. Desde documentos mais simples que conseguiam em departamentos específicos da secretaria até a assinatura do secretário municipal, que finalizava a operação fraudulenta.