Operação combate irregularidades na orla da Capital
Denominada “Rua Fechada”, uma operação integrada, com a participação de órgãos estaduais e municipais, foi realizada no domingo (30), na orla de Pajuçara e Ponta Verde, com o propósito de combater diversas irregularidades. A ação apreendeu mercadorias e diversos vendedores ilegais foram notificados pelas fiscais da Superintendência Municipal de Convívio e Controle Urbano (SMCCU), já que está implantado no local um regime de “tolerância zero”, especialmente aos domingos.
Também participaram a Operação Policial Litorânea Integradas (Oplit), a Guarda Municipal, o Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran), a Cavalaria da PM e a Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT).
Vários litros de bebidas alcoólicas que estavam com pessoas que não portavam identidade para comprovar a idade – inclusive se eram menores -, foram apreendidos e destruídos.
Os órgãos públicos alertam que as pessoas que forem à Rua Fechada da orla, aos domingos, levem documento oficial, especialmente se forem consumir bebidas alcoólicas.
Caso seja verificada pessoa maior, vendedor ambulante ou estabelecimento comercial, oferecendo ou vendendo bebida a menor, os responsáveis serão presos.
Durante a operação, foram realizadas 198 abordagens a pessoas, 57 a veículos, sendo cinco deles apreendidos, além de ser lavrado um TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência) por uso de entorpecente, contra Jorge Iury de Lima.
Um menor de 17 anos foi encaminhado ao Juizado da Infância e da Adolescência por uso de bebida alcoólica.
O trabalho atende a diretrizes do secretário de Segurança Pública, Alfredo Gaspar de Mendonça, e de toda a cúpula da segurança do Estado e do município, após reunião a pedido Conselho Estadual de Segurança, onde foi firmada uma parceria entre todos entes de segurança pública, com o objetivo de aos domingos serem organizadas operações integradas para coibir todos os tipos de ilícitos criminais ou administrativos, na rua fechada.
O objetivo é devolver o espaço para o lazer das famílias alagoanas, já que o local estava se tornando um território "sem lei", de acordo com reclamações de comerciantes, famílias e esportistas.
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