HGE realiza cerca de 60 cirurgias reparadoras por mês em AL
Quando se pensa em cirurgia plástica reparadora no Hospital Geral do Estado (HGE), de imediato vem à mente as vítimas de queimaduras, mas não são só elas que realizam os procedimentos. A unidade hospitalar atende, principalmente, pacientes vítimas de graves traumas ortopédicos, muitas vezes com exposições ósseas e fraturas delicadas. Em média são realizadas 60 cirurgias plásticas por mês.
“A equipe do HGE realiza todos os tipos de procedimentos, desde os mais simples como suturas primárias de lesões que chegam à área vermelha, passando por desbridamentos de escaras, enxertos de pele, retalhos musculares para diversos tipos de lesões em membros, retalhos de pele para reconstruções complexas de lesões em couro cabeludo, mão, região genital e todas as outras partes do corpo”, citou o cirurgião plástico Marcelo Monteiro.

De acordo com o especialista, as cirurgias pós-traumáticas são a maioria dos atendimentos da área pela referência em trauma do HGE no estado. Diariamente, pacientes são internados com traumas graves no hospital e grande parte desses pacientes, em algum momento da sua internação, necessitarão de algum tipo de cirurgia plástica reparadora”, afirmou Monteiro.
Ele explicou que a unidade hospitalar também realiza cirurgias em pacientes diabéticos que desenvolvem graves infecções e, inicialmente, são tratadas pela equipe da cirurgia vascular, “idosos muitas vezes debilitados e sequelados de graves doenças, com escaras (feridas pela imobilização prolongada) e crianças, vítimas de violência e acidentes. Atendemos todos os tipos de pacientes e damos suporte a todas as alas do hospital”, referiu o médico.
Qualidade de vida, amenizando a dor do paciente
O cirurgião plástico Marcelo Monteiro falou sobre os efeitos que um tratamento cirúrgico reparador faz na vida do paciente e do profissional, oportunizando a satisfação do doente não só pela cura da enfermidade, mas, também, por oferecer uma melhor qualidade de vida e amenizar possíveis dores.
“Não existe nada mais gratificante para nós, médicos, do que a sensação de ver o seu paciente bem. Lembro de um caso de um paciente diabético que sofreu uma grave infecção na região do períneo (região entre anus e genitais), chamada de síndrome de Fournier. Esse paciente sofreu diversos desbridamentos e teve toda a pele dessa região e da bolsa escrotal totalmente destruída. Realizamos uma reconstrução de toda a região, inclusive da bolsa escrotal com um retalho de pele da face interna das coxas. O paciente saiu do hospital totalmente curado de um problema que poderia ter lhe custado a vida”, contou o médico.
Aprimoramento
O serviço de cirurgia plástica do HGE realiza reuniões periódicas visando o aperfeiçoamento dos profissionais, “temos profissionais comprometidos com o bem-estar dos pacientes e estamos trabalhando para elevar ainda mais o número de cirurgias, pois a demanda existe no hospital”, acentuou o cirurgião plástico.
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