Maceió tem o menor PIB per capita entre as capitais em 2013
Maceió foi a capital do país que apresentou o menor Produto Interno Bruto (PIB) em 2013. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (18) e apontam que a renda per capita do maceioense foi de R$ 16.439,48 no período.
O PIB per capita é o valor de todos os bens do município dividido entre os moradores da cidade. Na época, Maceió contava com um total de 997 mil habitantes.
Entre as capitais, Vitória (ES) tinha o maior PIB per capita (R$ 64.001,91), correspondendo a 2,4 vezes o PIB per capita do país, que foi de R$ 26.444,63). Para os 557 municípios de menor PIB per capita do país (o décimo inferior do ranking), o valor desse indicador foi inferior a R$ 5.382,11. Nesta lista estavam 56,7% dos municípios do Maranhão, 54,5% do Piauí, 40,8% do Ceará e 31,2% da Bahia.
O levantamento mostra também que em 2013 Maceió era a 18ª economia entre as capitais brasileiras e, em relação a todo o país, a 42ª posição.
Em Alagoas, o PIB per capita em 2013 foi de R$ 11.276,59. Em 2010, esse número foi de R$ 8.694,50. Em Maceió, a renda per capita, em 2010, foi de R$ 13.146,00. Em 2012, esse valor foi de R$ 15.889,23.
O PIB no país
Em 2013, sete municípios (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Manaus e Campos dos Goytacazes) concentravam cerca de um quarto do PIB do país. Já as 27 capitais, somadas, representavam 32,8% da economia brasileira.
O Rio de Janeiro foi o município com o maior crescimento em participação no PIB do país (0,1 ponto percentual), enquanto São Paulo teve o maior recuo (0,4 ponto percentual). Em 2013, Presidente Kennedy (ES) tinha o maior PIB per capita do país (R$ 715.193,70) e Nina Rodrigues (MA), o menor (R$ 3 241,29).
Apenas 20 municípios tinham participações acima de 0,5% do PIB do país. Entre eles estavam cinco capitais: Porto Alegre (1,1%), Salvador (1,0%), Fortaleza (0,9%), Recife (0,9%) e Goiânia (0,8%). Também fazem parte da lista oito municípios paulistas que agregavam 6,4% da renda do país: Osasco e Campinas (1,0% cada); Guarulhos e São Bernardo do Campo (0,9% cada); Barueri (0,8%); Jundiaí (0,7%); São José dos Campos e Sorocaba, (0,5% cada).
No extremo oposto desse ranking, 1.388 municípios responderam por aproximadamente 1,0% do PIB nacional e concentravam 3,5% da população. Entre esses municípios, estavam 74,6% dos municípios do Piauí, 60,1% dos municípios da Paraíba, 53,3% dos municípios do Rio Grande do Norte e 52,5% dos municípios do Tocantins.
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