Cana-de-açúcar aumenta participação no balanço energético de Alagoas
Elaborado pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur), a edição 2015 do Balanço Energético do Estado de Alagoas (Beal), com dados de produção entre os anos de 2005 e 2014, mostra que houve uma queda na produção de energia no período em Alagoas.
A participação das energias renováveis, especialmente da cana-de-açúcar, na matriz energética, não aumentou no mesmo período em Alagoas.
A análise da produção de energia primária por fonte em Alagoas e no Brasil indica uma profunda diferença na evolução dos dados no período 2005 a 2014. Enquanto no Brasil a produção aumentou de 200.522 para 272.633 mil teps (toneladas equivalentes de petróleo), em Alagoas houve uma redução de 4.965 para 3.386 mil teps no mesmo período.
Seguindo o Beal, o principal motivo da produção de energia em Alagoas não ter crescido foi o baixo índice pluviométrico, não só na bacia do Rio São Francisco que fez a produção de energia hidráulica por parte da CHESF diminuir significativamente, assim como no próprio Estado, que fez também diminuir a produção de cana-de-açúcar e de seus derivados.
A participação das fontes renováveis na produção alagoana de energia aumentou de 68,92% em 2005 para 77,46% em 2014 enquanto na brasileira diminuiu de 46,71% para 43,54%.
O relatório completo do Balanço Energético do Estado de Alagoas pode ser encontrado no site da Sedetur (sedetur.al.gov.br).
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