Jornalista foi morto em motel após ter sido dopado, diz polícia
O jornalista Marcolino Júnior foi morto dentro de um motel em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, de acordo com a Polícia Civil. Em coletiva na manhã desta segunda-feira (2), o delegado Márcio Cruz afirmou que o jornalista teria sido morto após um mata-leão, dado por Rafael Leite da Silva, 32 anos, dentro de um quarto do motel.
O suspeito teria esfaqueado a vítima, na região do pescoço. Após cometer o crime, ele embrulhou o corpo do jornalista em uma bolsa plástica e prendeu com uma fita adesiva. O jornalista foi morto no sábado (16), por volta das 18h. Segundo os peritos, amostras de sangue do jornalista foram encontradas no quarto do motel e no porta-malas do carro, onde o jornalista foi transportado após ser morto.
Em depoimento, Rafael Leite da Silva teria confessado que dopou Marcolino antes de cometer o crime. "Temos isso no processo. Rafael admite ter colocado diazepan e outros remédios em um sorvete que Marcolino tomou. Nós confirmamos a presença dele nessa sorveteria com o suspeito. Ainda não temos como precisar se ele realmente ficou inconsciente depois disso", detalha o delegado.
Uma faca, que teria sido usada no crime, foi encontrada na casa da noiva do Rafael, em São Caetano, no Agreste. A polícia informou que mulher foi ouvida e está sendo investigada. A perícia realizada pelo Instituto de Criminalística (IC) também encontrou objetos do jornalista dentro do carro dele e a fita utilizada para prender o pescoço.
O delegado confirmou ainda que Davi Fernando Ferreira Graciano, 22, planejou matar o colunista social para roubar o carro. "Ele não se achava reconhecido no trabalho, foi o que alegou no depoimento, mas o crime foi cometido por causa do patrimônio da vítima", explicou.
Rafael Leite da Silva confirmou que Davi planejou tudo e que cometeu o crime apenas pelo dinheiro que receberia.
Os dois estão presos na Penitenciária Juiz Plácido de Souza, em Caruaru.
O CASO - O corpo do jornalista e colunista social Marcolino Júnior foi encontrado no dia 18 de abril em um matagal, no Distrito de Insurreição, na zona rural de Sairé. Os suspeitos foram presos dois dias após o crime. Um deles estava com o carro da vítima e o outro seria o mandante do crime.
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