Campanha de voto consciente esclarece principais dúvidas dos eleitores
Os eleitores de todo o Brasil se preparam para, mais uma vez, eleger seus representantes municipais. Muitos, porém, ainda têm dúvidas sobre como proceder na hora do voto, seja em relação aos documentos necessários ou com os procedimentos na urna eletrônica, diante do teclado.
“Durante todo o período eleitoral nos propomos, nas redes sociais e com ações nas ruas, a conscientizar o cidadão sobre a importância do voto. A Campanha Eu Eleitor teve um êxito expressivo e por isso continuamos a dar dicas e tirar as dúvidas sobre o momento da votação, no domingo”, explica o deputado estadual e advogado, Rodrigo Cunha.
Muitos desconhecem, por exemplo, que é possível votar sem o título, portando apenas um documento com foto, que comprove sua identificação. Nestes casos, o eleitor deverá saber em qual zona e seção está inscrito.
Quem está fora de seu domicílio eleitoral, por sua vez, precisa justificar a ausência, através de postos específicos espalhados em todo o país e amplamente divulgados pelos TREs e veículos de comunicação.
Em relação às teclas de votação, muitas pessoas ainda desconhecem a real função de cada uma. A tecla branca corrige e confirma que estão presentes na urna eletrônica, e existe especificamente para ajudar aqueles que têm dificuldades na digitação. Ou seja, quem erra ao teclar um dos números tem a chance de corrigir antes de confirmar seu voto.
O voto será considerado nulo quando é digitado de maneira incorreta (que não corresponde a um candidato ou partido existente, por exemplo) e em seguida é confirmado. O voto legenda, por sua vez, é quando o eleitor vota no partido político e não escolhe um candidato a vereador específico, como no caso das eleições municipais. Neste caso, o eleitor não ajuda a eleger um candidato específico, mas sim atribui o voto ao partido como um todo, ajudando a definir o número de vagas que este terá na Câmara Municipal.
“O mais importante, no entanto, continua sendo votar de maneira consciente, a partir de uma pesquisa sobre a conduta e as propostas do candidato, como defendemos durante a campanha de conscientização Eu Eleitor. É importante que as pessoas fiquem atentas a quem oferece dinheiro ou vantagens em troca do voto. Além de ser crime, o candidato que faz isso fatalmente vai querer tirar de volta de algum lugar quando for eleito. Ninguém faz investimento se não for pra ter retorno. ”, conclui Rodrigo Cunha.
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