Operação de combate ao tráfico de drogas termina com uma pessoa morta e 16 presas
A polícia conseguiu chegar até os suspeitos por meio de denúncias anônimas realizadas pelo 181
A Secretaria de Estado da Segurança Pública de Alagoas (SSP/AL) apresentou na tarde desta sexta-feira (14), em coletiva à imprensa, os detalhes da operação integrada entre as polícias civis e militar, com suporte do Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc), que cumpriu mandados de prisão, busca e apreensão, no bairro de Cruz das Almas, parte baixa de Maceió e em Marechal Deodoro, Região Metropolitana de Maceió.
Ao todo 20 mandados de busca e apreensão foram expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital. A polícia conseguiu chegar até os suspeitos por meio de denúncias anônimas realizadas pelo 181. Ao todo, 16 pessoas foram presas e uma apreendida. Durante uma das abordagens, um dos suspeitos reagiu e foi baleado pela polícia. Ele foi encaminhado para o Hospital Geral do Estado (HGE), no bairro do Trapiche da Barra, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu.
Foram presos Amaury Mikael Vieira da Silva, vulgo "Mikael", de 22 anos, Alex Manoel Freire dos Santos, vulgo "Alex do Boi", 22, Adalberto Leão Viana Neto, vulgo "Neto Viana", 26, Márcio André Tavares de Lima, 41, Wenderson José Seixas Maciel, vulgo "Jacaré", 20 anos, Dennyson Medeiros de Moura, 26, Michele da Conceição Soares, 30, Fábio Nascimento da Silva, 22, Jonatha Carvalho Gomes, vulgo "Gordo", 23, Fagner Nascimento da Silva, 23, Saionara Santos da Silva, 19, Ingrid Leilane da Silva Vieira, 24, Laís Fernanda Santos da Silva, 20, e José Benedito Soares Filho, vulgo "Zé", de 26 anos. Um menor de 16 anos, identificado pelas iniciais L.L, foi apreendido.
Felipe Barbosa da Silva, conhecido como “Koala”, de 27 anos, morreu em confronto com a polícia. Ele foi encaminhado ao HGE, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu. “Koala” era um dos líderes da organização criminosa. Anderson Ferreira da Silva, vulgo "Risquinho", e Davi Carvalho Monteiro, vulgo "Peixe", já estavam detidos no presídio Baldomero Cavalcanti. Eles são apontados como outros líderes do tráfico de drogas na região.
Participaram da operação policiais da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (DRN), do Tigre, do Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc), do Batalhão de Polícia de Eventos (BPE), do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e do Grupamento Aéreo.
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