Procuradores de Contas participam de evento contra a corrupção
Várias instituições estaduais e federais participaram do 11º Dia Internacional Contra a Corrupção, e o Ministério Público de Contas de Alagoas (MPC/AL) não poderia ficar de fora. O procurador-geral de Contas Rafael Alcântara e o procurador de Contas Ênio Pimenta, estiveram presentes no evento que discutiu o combate e a prevenção à corrupção e as ações que os órgãos de controle e fiscalização vêm desenvolvendo no Estado, todos num só objetivo: combater à corrupção e punir os corruptos.
Para o procurador-geral de Contas, Rafael Alcântara, o evento de hoje (12) deve ser muito festejado, pois é mais uma manifestação coletiva de vários órgãos do Estado e da União em conjunto com a sociedade, unidos num único propósito: expor e discutir um grande mal que é a corrupção, que tem sido tema central da sociedade brasileira e um grande desafio que se impõe a todos os órgãos, devendo ser enfrentado e superado.
“Essa é a única forma de alcançarmos o progresso social e econômico do nosso país, combatendo a corrupção de forma contínua, sistemática e incansável. Nesse sentindo, o Ministério Público de Contas não poderia ficar de fora desse movimento, pois temos muito a contribuir, além de termos também uma parcela grande de responsabilidade na realização desse trabalho. A gente aqui se apresenta para nos unir a essa rede de discussão e integração da comunhão de esforços em prol da defesa do patrimônio público”, declarou o procurador-geral do MPC/AL.
Durante o evento, promovido pela CGU (Controladoria-Geral da União) e CGE (Controladoria-Geral do Estado), com o apoio do Fórum de Combate à Corrupção em Alagoas (Focco-AL), representantes de alguns órgãos usaram a palavra para ressaltar a importância das ações de combate à corrupção em Alagoas e também em todo o país. Em sua fala, o representante do Tribunal de Contas do Estado de Alagoas (TCE/AL), conselheiro Anselmo Brito, destacou a importância do colegiado da Corte de Contas ter entre seus membros, um conselheiro oriundo do MPC, para dar mais força à luta contra a corrupção. “A Constituição precisa ser respeitada”, ressaltou o conselheiro.
Rafael Alcântara disse que o conselheiro Anselmo Brito foi muito feliz em trazer o tema da vaga de conselheiro do TCE/AL em questão, pois uma das razoes da Corte de Contas alagoana ainda não funcionar de forma satisfatória se dá, justamente, pelo descompasso de sua composição ao que estabelece à Constituição. “A ausência de um conselheiro oriundo do Ministério Público de Contas traz um prejuízo enorme à atuação e ao funcionamento do Tribunal de Contas que é um órgão importantíssimo. Ele [TCE/AL] é o fiscal, por excelência, das contas de todos os gestores públicos”, enfatizou.
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