Jogo virtual ajuda estudantes a eliminar focos do Aedes Aegypti
irar água de pneus, esvaziar garrafas e colocar terra em vasos de plantas. Essas atitudes fazem parte da rotina de quem sabe que a melhor arma contra o Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, é eliminar os locais onde o mosquito deposita seus ovos. Para reforçar a importância desses gestos de uma maneira lúdica, o Ministério da Educação lançou o aplicativo Mosquito, Não. É gratuito e está disponível para os sistemas Android ou IOS.
Nas escolas, o professor é o mentor do jogo. Ele cria a gincana e distribui três tipos de foco do mosquito pelo mapa: água parada em garrafas, pneus em um parque e vasos de plantas. O professor pode distribuir quantos focos quiser na área da partida.
O jogo utiliza geolocalização. A função permite que os jogadores estejam a até 30 metros do local estipulado para a gincana. Ganha o time que eliminar o máximo de focos até esgotar o tempo da partida, que é definido pelo professor.
Também é possível colocar senha de acesso para participar das gincanas. O recurso é importante para os jogos realizados em escolas, por exemplo, pois impede que pessoas que não sejam dos times interfiram nas partidas. Cada time tem uma cor e cada foco eliminado vale um ponto.
“O objetivo é incentivar alunos, professores e toda a sociedade, de uma forma lúdica, a identificar e eliminar os focos do mosquito. Queremos estimular as escolas a utilizar mais essa opção”, destaca Teresa Cozetti Pontual, diretora de Currículos e Educação Integral da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC.
O jogo é indicado para crianças a partir de cinco anos. O MEC orientou as escolas a dedicar pelo menos 10 minutos semanais ao Mosquito, Não. O aplicativo foi desenvolvido pelo Departamento de Tecnologia da Informação (DTI) do MEC e lançado em novembro.
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