Regina Duarte aceita convite e assume Secretaria da Cultura
Ela se reuniu com o presidente no Palácio do Planalto na tarde desta quarta (29)
A atriz Regina Duarte disse o esperado "sim" para o presidente Jair Bolsonaro nesta quarta-feira (29), e aceitou assumir a Secretaria Especial de Cultura. Ela se reuniu com o presidente no Palácio do Planalto na tarde de hoje.
Ela vai ocupar a vaga de Roberto Alvim, demitido após divulgar um vídeo em que fazia referências ao nazismo. Regina será a quarta secretária da área no governo de Bolsonaro.
Mais cedo, ao chegar ao Palácio do Planalto, a atriz desconversou se aceitaria o convite. "Para o sim, para o não, para o talvez, preciso de vocês. Ih, rimou, né?", disse ela a jornalistas. Questionada sobre o que pretende fazer na Cultura, Regina afirmou que "é cedo".
Ontem, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que Regina terá liberdade para fazer as mudanças que ela quiser caso aceite assumir a Secretaria Especial.
"Para mim seria excepcional, para ela, tem a oportunidade de mostrar realmente como é fazer cultura no Brasil. Ela tem experiência em tudo que vai fazer. Precisa de gente com gestão ao seu lado, tem cargo para isso, vai poder trocar quem ela quiser lá sem problema nenhum. Então tem tudo para dar certo a Regina Duarte", disse Bolsonaro.
Nascida em Franca em 5 de fevereiro de 1947, filha de um tenente reformado do Exército e de uma dona de casa, Regina Duarte se tornou um dos principais nomes da televisão brasileira.
Após se reunir com o presidente, Regina foi à Secretaria-Geral da Presidência para se informar sobre as formalidades para assumir o cargo público.
Dona de uma carreira de mais de 50 anos, ela já esteve dos dois lados da política. Em 1975, quando a novela Roque Santeiro foi censurada pela ditadura militar às vésperas da estreia, a atriz, que não estava no elenco mas já era a "namoradinha do Brasil", foi a Brasília para protestar.
Na versão de 1985, ela foi a Viúva Porcina. Em 2002, ao apoiar a campanha de José Serra à presidência, disse a frase que viraria famosa: "Eu tenho medo". Seu medo era de que Lula ganhasse as eleições.
Em 2018, ela se manifestou publicamente a favor da candidatura de Jair Bolsonaro em uma entrevista ao Estadão. Segundo ela, Bolsonaro tem “humor brincalhão típico dos anos 1950, que faz brincadeiras homofóbicas, mas que são da boca pra fora, coisas de uma cultura envelhecida, ultrapassada”. A última novela em que Regina atuou foi 'Tempo de Amar' (2017), escrita por Alcides Nogueira e Bia Corrêa do Lago.
Veja também
Últimas notícias
Rafael Brito garante investimentos para saúde, educação e infraestrutura em Delmiro
Alfredo Gaspar dispara contra Lula: 'É o pai de Lulinha e do Tigrinho'
Mutirão reúne mais de 300 pessoas para exames oftalmológicos em Girau do Ponciano
Homem é preso após ameaçar ex-namorado da atual companheira de morte em Maceió
Veículo sai da pista e deixa duas pessoas feridas na Rota do Mar, em Maceió
IPTU 2026: Sétima parcela vence na quarta-feira (30); saiba como emitir a guia
Vídeos e noticias mais lidas
Jovem de 24 anos é baleado na mão e suspeitos fogem em São Sebastião
Ajustes no texto adiam votação da MP que acaba com a chamada taxa das blusinhas
Prefeitura inscreve para a segunda Consulta Pública do Plano de Mobilidade Urbana
Merendeira é homenageada por equipe de escola em despedida
