Família sepulta homem morto por coronavírus no lugar de idosa
Familiares de mulher de 92 anos que morreu em Santo André (SP) só souberam após o enterro que hospital havia cometido erro e trocado caixões
Familiares da aposentada Amir Martins da Silva, de 92 anos, tiveram que lidar com a dor da perda da idosa e com um erro do Centro Hospitalar de Santo André (SP), que lhes entregou um caixão lacrado para o enterro, alegando suspeita de coronavírus. Depois, no entanto, a unidade de saúde informou que outra pessoa havia sido enterrada no lugar de Amir.
A aposentada foi internada há duas semanas com fratura no fêmur. Ela não resistiu ao tratamento, mas os familiares foram informados que ela seria um caso suspeito de coronavírus e teria de ser seguido o protocolo de enterro sem velório e com caixão lacrado, recomendações que foram seguidas.
O sepultado, porém, foi Francisco Carlos da silva, de 54 anos, esse sim morto com suspeita de coronavírus. O erro foi descoberto quando a família foi fazer os preparativos para o sepultamento e viu que se tratava de outro corpo. Francisco, porém, já havia sido sepultado.
O corpo foi exumado pela prefeitura da cidade, que pediu desculpas e iniciou uma investigação para encontrar os responsáveis pelo erro. Amir foi enterrada na manhã desta quinta-feira (9).
Santo André registra 98 casos do novo coronavírus. Três óbitos foram confirmados e outros 26 estão em investigação no Instituto Adolfo Lutz (IAL). Há também 431 casos suspeitos da doença. Oitenta e sete pacientes estão internados, 35 se encontram na UTI e 30 tiveram alta.
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