MG confirma a 9ª morte de criança com menos de 1 ano por covid-19
Ao menos outros oito meninos e meninas com idades entre 1 e 9 anos também já foram vítimas da doença no Estado
O Governo de Minas Gerais confirmou a nona morte de uma criança com menos de um ano causada pelo novo coronavírus no Estado. A informação está no balanço da SES (Secretaria de Saúde), divulgado nesta segunda-feira (4).
A pasta não detalha o município onde a vítima morava e nem mesmo a data do óbito. O relatório divulgado indica, ainda, que outras oito crianças com idades entre 1 e 9 anos morreram de covid-19. Na faixa etária de 10 a 19 anos, a doença fez 14 vítimas até o momento.
Os idosos seguem como os mais afetados. Dos 12.063 óbitos confirmados até o momento, 9.664 pacientes tinham 60 anos ou mais.
O balaço também aponta que nas últimas 24 horas foram confirmados mais 1.432 diagnósticos positivos para covid-19 no Estado, elevando para 552.104 o total de infectados. Os pacientes considerados curados somam 498.063. O boletim atual teve acréscimo de 26 mortes em relação aos dados do dia anterior.
Os dados da Secretaria de Saúde apontam que os homens são maioria (57%) entre os pacientes que morreram, sendo que 80% deles tinham 60 anos ou mais. A maior parte (74%) dos doentes que faleceram tinham histórico de doenças como cardiopatias, diabetes e imunodeficiência.
Aumento de casos
Minas fechou 2020 com recorde de novos casos confirmados dentro do período de 24 horas, com 6.865 diagnósticos positivos. Para a SES, dois fatores podem explicar o aumento de resultados positivos. O primeiro deles é a ampliação da testagem desde o dia 6 de outubro. "Em setembro, eram realizados 1,125 testes por dia e, atualmente, esse número é de 3.206 testes por dia, o que aumenta proporcionalmente a positividade", explicou a pasta em nota.
A segunda explicação para o governo é o relaxamento da população em relação às ações de proteção. "Por outro lado, o aumento da incidência nas últimas semanas também pode estar relacionado à diminuição da atenção aos protocolos de segurança, ou seja, redução do uso de máscaras, afrouxamento no distanciamento social mínimo e não higienização constante das mãos. Além disso, a SES recebeu relatos de aglomerações decorrentes das festividades de fim de ano", conclui.
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